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Igreja Presbiteriana na América cresce 1,84% em membros e registra aumento em doações

Crescimento da Igreja Presbiteriana na América (PCA) se destaca em 2024, enquanto outras denominações enfrentam declínios acentuados.

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A Igreja Presbiteriana na América (PCA) teve um crescimento de 1,84% em 2024, alcançando 400.751 membros, enquanto outras denominações, como a Igreja Presbiteriana (EUA) e a Igreja Metodista Unida, continuam a perder membros. O relatório quinquenal mostrou aumentos em batismos e doações, com os batismos de adultos subindo 16,5% e as doações totais chegando a US$ 1,29 bilhão. O número de igrejas cresceu para 1.667, e o de presbíteros docentes aumentou para 5.347. Apesar da recuperação após a pandemia, outras denominações, como a Convenção Batista do Sul, também enfrentam desafios, com uma queda de 2% em membros. A proporção de americanos que se identificam como cristãos parece estar se estabilizando, mas o futuro da religiosidade entre os jovens ainda é incerto.

A Igreja Presbiteriana na América (PCA) registrou um crescimento de 1,84% em 2024, alcançando 400.751 membros, conforme dados de cerca de mil congregações. Este aumento contrasta com o declínio observado em outras denominações nos Estados Unidos, como a Igreja Presbiteriana (EUA) e a Igreja Metodista Unida.

O relatório quinquenal da PCA, publicado pela revista ByFaithOnline, revelou que o número de batismos e doações também cresceu. Os batismos de adultos aumentaram 16,5%, enquanto as profissões de fé adulta cresceram mais de 22% em relação a 2023. As doações totais da denominação atingiram US$ 1,29 bilhão (aproximadamente R$ 7,42 bilhões), um aumento de quase 16%.

Dados Relevantes

O número de igrejas na PCA subiu para 1.667, um incremento em relação às 1.645 do ano anterior. O total de presbíteros docentes aumentou para 5.347, e o número de candidatos a ministros subiu de 572 para 767. As contribuições para ministérios da Assembleia Geral cresceram 12%, enquanto o apoio a causas externas superou US$ 170 milhões (aproximadamente R$ 974 milhões).

Os dados de 2024 também indicam uma recuperação das dificuldades enfrentadas durante a pandemia de Covid-19. Em contraste, a Convenção Batista do Sul, a maior denominação evangélica dos EUA, registrou uma queda de 2% em membros, totalizando 12,72 milhões. A Igreja Presbiteriana (EUA) perdeu cerca de 1 milhão de membros desde 2009, enquanto a Igreja Metodista Unida enfrentou um êxodo significativo, com mais de 7.000 congregações se desligando desde 2019.

Tendências Futuras

Apesar das dificuldades enfrentadas por outras denominações, a proporção de americanos que se identificam como cristãos mostra sinais de estabilização, mantendo-se ligeiramente acima de 60%. O futuro da religiosidade nos EUA pode depender de como as novas gerações se relacionarão com a fé, conforme apontado por um pesquisador do Pew Research Center.

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