O papa Leão XIV, em seu discurso de posse, mencionou a paz 14 vezes, destacando a gravidade das guerras atuais. O sociólogo Francisco Borba acredita que isso reflete o aumento dos conflitos em comparação com o período em que o papa Francisco foi eleito em 2023. Leão XIV falou sobre uma “paz desarmada e desarmante”, mostrando sua preocupação com o cenário global. Ele desejou que a paz de Cristo chegasse a todos, especialmente aos mais vulneráveis. Embora o papa Francisco não tenha focado na paz em seu discurso inaugural, ele abordou o tema durante seu pontificado, defendendo a paz baseada na confiança e se opondo a armas nucleares.
O papa Leão XIV, em seu discurso inaugural, citou a paz 14 vezes, destacando a crescente preocupação com os conflitos globais. O sociólogo e especialista em religião, Francisco Borba, analisa que essa ênfase reflete o aumento das guerras desde a eleição do papa Francisco em 2023.
Borba observa que, ao mencionar uma “paz desarmada e desarmante”, Leão XIV demonstra uma sensibilidade pastoral que se alinha com o atual cenário geopolítico. Durante sua fala, o novo pontífice expressou o desejo de que a saudação de paz de Cristo “entrasse no coração, alcançasse a família e todas as pessoas”, enfatizando a necessidade de cuidar dos vulneráveis.
Embora o papa Francisco não tenha priorizado a paz em seu discurso inaugural, o tema foi recorrente em seu pontificado. Ele se posicionou contra armas nucleares e defendeu a construção da paz baseada na confiança mútua e na solidariedade. A continuidade dessa mensagem é vista como essencial para o novo papa, que deve manter o foco nas periferias e nos mais necessitados.
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