O novo papa americano-peruano quer permitir o batismo de bonecos, uma medida que surge em meio à queda no número de fiéis. Ele acredita que, se uma mulher considera sua boneca como filha, não cabe a ninguém julgá-la. O batismo incluirá a imersão da boneca em óleo de silicone e a presença de padrinhos de pelúcia. Além disso, o Vaticano está pensando em criar uma catequese especial onde as mães poderão confessar os “pecados” de suas bonecas, como não se mover quando alguém pergunta se o bebê é de verdade.
O novo papa americano-peruano propôs uma medida inusitada: permitir o batismo de bonecos. A iniciativa surge em um contexto de queda no número de fiéis da Igreja Católica e busca acolher mães que tratam suas bonecas como filhos. O batismo incluirá imersão em óleo de silicone e a presença de padrinhos de pelúcia.
O pontífice afirmou: “Se a mulher acha que a boneca é filha, quem somos nós para julgar?” A proposta visa atender a um fenômeno crescente, onde mulheres têm levado seus bebês reborn a serviços de emergência, gerando situações constrangedoras.
Além do batismo, o Vaticano estuda a criação de uma catequese especial. Nela, as mães poderão confessar os pecados de suas bonecas, como a incapacidade de se mover quando solicitadas a provar que são reais. Essa abordagem reflete a necessidade da Igreja de se adaptar a novas realidades sociais e culturais.
A proposta ainda está em discussão, mas já gera debates sobre a modernização da Igreja e sua relação com os fiéis. A medida pode ser vista como uma tentativa de reconectar-se com um público que se sente afastado das tradições religiosas.
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