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Cristãos enfrentam protesto violento em Seattle e mantêm adoração ao ar livre

Confrontos entre cristãos e ativistas LGBT em Seattle resultam em prisões e investigação do FBI sobre violência religiosa.

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Um grupo de cristãos em Seattle enfrentou um protesto violento de ativistas LGBT durante um culto ao ar livre. No evento, que reuniu cerca de 500 pessoas, os cristãos pediram o fim da doutrinação LGBT em crianças. Os ativistas tentaram interromper o culto, resultando em confrontos com a polícia, que usou spray de pimenta e gás lacrimogêneo para conter a situação. Mais de 30 pessoas foram presas. O prefeito de Seattle criticou o evento, chamando-o de provocativo e oposto aos valores da cidade. Em resposta, o evangelista Ross Johnston organizou uma manifestação pacífica em frente à Câmara Municipal, convocando mais cristãos para defender a liberdade religiosa. O FBI anunciou que vai investigar a violência contra o grupo cristão. Paula White, da Casa Branca, também condenou a interrupção do culto, afirmando que a liberdade de expressão e religiosa deve ser respeitada. Ross Johnston, que cresceu em uma família LGBT, agora prega contra a ideologia LGBT e defende a proteção das crianças.

Um culto ao ar livre em Seattle, realizado por um grupo de cristãos, foi interrompido por um protesto violento de ativistas LGBT no último sábado (24). O evento, intitulado “Mayday USA”, reuniu cerca de quinhentos participantes que clamavam pelo fim da doutrinação LGBT em crianças. Durante a cerimônia, manifestantes tentaram impedir a adoração, resultando em confrontos com a polícia.

Os ativistas, que exibiam bandeiras do transgenerismo, atacaram os policiais e tentaram invadir o culto. A polícia respondeu com spray de pimenta, gás lacrimogêneo e balas explosivas, resultando em mais de trinta prisões. Apesar da violência, os cristãos continuaram a louvar, clamando por salvação para a cidade.

Reação das Autoridades

O prefeito de Seattle, Bruce Harrell, criticou o evento, chamando-o de “comício de extrema direita” que provocou uma reação em um bairro predominantemente LGBT. Em resposta, o evangelista Ross Johnston convocou um protesto pela liberdade religiosa em frente à Câmara Municipal, pedindo a demissão do prefeito por suas declarações. Johnston afirmou que a situação ganhou atenção nacional e internacional.

Na terça-feira (27), milhares de cristãos se reuniram em uma manifestação pacífica em apoio à liberdade religiosa. Johnston declarou que “a Igreja está viva” e que um avivamento está em curso. O FBI anunciou que investigará a violência direcionada a grupos religiosos durante o protesto.

Declarações de Apoio

Paula White, consultora sênior do Gabinete de Fé da Casa Branca, também condenou a interrupção do culto, afirmando que a liberdade de expressão e religiosa deve ser protegida. Ela exortou a cidade de Seattle a garantir esses direitos em eventos religiosos, permitindo que as pessoas se reúnam sem medo de violência.

Ross Johnston, que cresceu em uma família com duas mães lésbicas, se tornou evangelista e tem compartilhado seu testemunho em várias cidades dos Estados Unidos. Ele defende a proteção das crianças contra a ideologia LGBT e continua sua turnê para divulgar o Evangelho.

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