A Polícia Civil de São Paulo encerrou as investigações sobre a Igreja Bola de Neve e confirmou que não houve fraude ou desvio de verbas na gestão da igreja. O relatório, datado de 5 de junho, foi crucial para o arquivamento do inquérito pelo Ministério Público em 12 de junho, embora ainda precise de aprovação judicial. As acusações surgiram após a morte do fundador, Rinaldo Seixas, em um acidente de moto, quando sua viúva, Denise Seixas, questionou a administração do conselho. Denise foi nomeada presidente interina, mas renunciou em fevereiro após um acordo interno. O relatório da polícia não encontrou prejuízos ou ilegalidades nas contas da igreja, que são auditadas há mais de dez anos. Apesar disso, a defesa de Denise mencionou que ainda há investigações em andamento. Agora, a liderança da Bola de Neve quer restaurar a confiança e focar em projetos sociais, embora o episódio tenha afetado a imagem da igreja e levantado questões sobre sua governança.
A Polícia Civil de São Paulo encerrou as investigações sobre a Igreja Bola de Neve, afirmando que não houve fraude ou desvio de verbas na gestão da instituição. O relatório, datado de 5 de junho, foi fundamental para o arquivamento do inquérito pelo Ministério Público, que ocorreu na quinta-feira, 12 de junho. A decisão ainda aguarda homologação judicial, mas deve ser aprovada sem dificuldades.
As acusações surgiram após a morte do fundador da igreja, Rinaldo “Rina” Seixas, em um acidente de moto em novembro do ano passado. A viúva, pastora Denise Seixas, contestou a administração do conselho deliberativo, alegando irregularidades e se sentindo preterida na sucessão. Em janeiro, Denise foi nomeada presidente interina, mas renunciou em fevereiro após um acordo interno.
Resultados da Investigação
O relatório da Polícia Civil não encontrou prejuízo patrimonial ou ilegalidades contábeis na gestão da igreja. Os advogados da Bola de Neve celebraram o resultado, afirmando que a instituição sempre atuou conforme a legislação brasileira. O conselho deliberativo destacou que suas contas são auditadas por uma empresa multinacional há mais de dez anos.
Por outro lado, a defesa de Denise Seixas mencionou que existem “comunicações judiciais de indícios” em andamento, mas não forneceu mais detalhes.
Próximos Passos
Com o inquérito praticamente encerrado, a liderança da Bola de Neve agora se concentra em restaurar a confiança e expandir seus projetos sociais e missionários. Apesar da inocência judicial, o episódio deixou marcas na imagem da igreja e expôs fissuras internas, levantando questões sobre transparência e governança em megatemplos evangélicos. A prioridade é superar os desdobramentos da disputa e seguir em frente com estabilidade.
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