- A Ponte Preta lidera o quadrangular decisivo da Série C com 100% de aproveitamento, apesar de enfrentar uma grave crise financeira.
- O clube acumula dívidas que podem chegar a R$ 450 milhões, incluindo R$ 50 milhões em dívidas trabalhistas e R$ 100 milhões em dívidas cíveis.
- Um ex-presidente cobra R$ 85 milhões em empréstimos, resultando na penhora do Estádio Moisés Lucarelli.
- Os salários dos jogadores estão atrasados há 100 dias, mas a equipe, sob o comando do técnico Marcelo Fernandes, já conquistou cinco vitórias consecutivas.
- A diretoria busca reorganização financeira, incluindo adiantamento de cotas de transmissão e novos patrocínios, enquanto se prepara para o próximo jogo contra o Náutico.
A Ponte Preta vive um momento paradoxal: enquanto lidera o quadrangular decisivo da Série C com 100% de aproveitamento, enfrenta uma das piores crises financeiras de sua história. O clube acumula dívidas que podem chegar a R$ 450 milhões, bloqueios de contas e salários atrasados há 100 dias, conforme relatado pelo volante Lucas Cândido após a vitória sobre o Brusque.
A situação financeira é crítica, com a dívida trabalhista estimada em R$ 50 milhões e dívidas cíveis que somam cerca de R$ 100 milhões. Além disso, um ex-presidente cobra aproximadamente R$ 85 milhões em empréstimos, resultando na penhora do Estádio Moisés Lucarelli. O clube está sob um regime de centralização de execuções, buscando um plano de pagamento viável para suas pendências.
Apesar das dificuldades, o time se mantém focado em conquistar o acesso à Série B. Sob o comando do técnico Marcelo Fernandes, a equipe já emendou cinco vitórias consecutivas. O goleiro Diogo Silva expressou a tristeza do elenco pela situação, mas destacou a determinação dos jogadores em honrar a camisa da Ponte Preta.
A diretoria busca alternativas para equilibrar as finanças, incluindo o adiantamento de cotas de transmissão e novos patrocínios. A prioridade é alinhar os pagamentos e evitar novos bloqueios, enquanto o grupo se prepara para o próximo desafio contra o Náutico. A luta por melhores condições financeiras continua, mas a esperança de um acesso à Série B se mantém viva entre os torcedores e jogadores.
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