- Remo conquista acesso à Série A em 2025, ficando em quarto na Série B com 62 pontos; o Paysandu terminou rebaixado com 28 pontos.
- Novo capítulo da rivalidade: o Leão retorna à elite do futebol brasileiro após a campanha na Série B, com o Papão buscando manter a tradição local.
- O Remo estreia na Série A no dia 4 de fevereiro contra o Mirassol, no Estádio do Mangueirão; a abertura da competição acontece com o duelo contra o Vitória, no Barradão, em Salvador.
- A economia de Belém deve sentir o movimento com jogos do Remo na primeira divisão, especialmente o setor hoteleiro, restaurantes e comércio, ainda sem projeção oficial do impacto.
- O Remo projeta orçamento de cerca de R$ 160 milhões para 2026, quatro vezes o orçamento de 2025 (R$ 40 milhões), para reforçar o futebol e quitar dívidas.
Paysandu venceu a Série B de 2025, assegurando o acesso à Série A, enquanto Remo conquistou o retorno à primeira divisão após ficar na parte alta da tabela. A rivalidade entre os dois clubes paraenses ganhou um novo capítulo com o feito do Leão, que terminou a competição com 62 pontos, na quarta posição, e superou a fase mais complicada com ajustes sob o comando de Guto Ferreira.
No decorrer da campanha, o Remo passou por um afastamento do G4, especialmente sob o comando de António Oliveira, mas retomou o bom rendimento com uma sequência de sete vitórias, um empate e apenas uma derrota em nove jogos, suficiente para confirmar o acesso à elite nacional. O Paysandu, por sua vez, teve campanha inferior, acumulando 28 pontos em 38 rodadas, o que levou ao rebaixamento do rival à segunda divisão.
Contexto do momento e impactos locais
A volta do Remo à Série A é acompanhada com expectativa não apenas pela torcida, mas também pela economia de Belém. O primeiro jogo em casa está marcado para 4 de fevereiro, contra o Mirassol, no Estádio Mangueirão. A estreia é vista como marco importante para a movimentação do comércio local durante as partidas.
Expectativas para o varejo e serviços
Empresários locais projetam aquecimento no setor de turismo e na rede hoteleira, além de maior demanda por restaurantes e serviços ligados ao público de futebol. Segundo Miguel Ângelo, proprietário do Baiuca da Resenha, as reservas de mesas estão praticamente esgotadas em decorrência da aproximação da estreia do Remo. A ampliação de eventos esportivos deve refletir positivamente no movimento de Belém.
Perspectiva institucional e orçamentária
O presidente do Remo, Tonhão (Antônio Carlos Teixeira), afirma que o acesso gera ganhos para o empresariado local, com a chegada de turistas e maior circulação econômica durante a temporada. Internamente, o clube trabalha com um orçamento anual próximo de R$ 160 milhões para 2026, frente a cerca de R$ 40 milhões em 2025, destinando parte do montante a melhorias e ao pagamento de dívidas.
Considerações finais sobre o panorama esportivo
A temporada de estreia do Remo na Série A promete movimentar a cidade e o estado, mantendo o foco na rotina de jogos, visitas de torcedores e impactos diretos no comércio. A rivalidade com o Paysandu continua a ser um marco do futebol paraense, agora inserida no contexto da elite do futebol brasileiro.
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