- No clássico entre Corinthians e São Paulo, disputado neste domingo, o árbitro Anderson Daronco revisou no VAR a comemoração de Damián Bobadilla após o gol de empate do Tricolor, marcado por Luciano.
- A revisão ocorreu porque Bobadilla ergueu a mão próximo à genitália na celebração, gerando queixas dos jogadores do Corinthians.
- Após analisar as imagens, Daronco decidiu que o gesto não configurou conduta passível de cartão vermelho.
- A decisão manteve Bobadilla em campo e aumentou a temperatura da partida, já marcada por críticas à arbitragem ao longo do jogo.
- O lance repercutiu nas redes sociais, especialmente entre torcedores do Corinthians, que lembraram expulsões anteriores de jogadores do Timão por gestos semelhantes.
O clássico entre Corinthians e São Paulo, realizado neste domingo (10), teve uma polêmica envolvendo a arbitragem de Anderson Daronco. O árbitro revisou no VAR a comemoração do volante Damián Bobadilla após o gol de empate do Tricolor, marcado por Luciano, mas não expulsou o jogador paraguaio.
A jogada começou com Bobadilla roubando a bola de Raniele, dando a assistência para o camisa 10 são-paulino. Na comemoração, o meia correu com a mão perto da genitália, gerando reclamações dos corintianos e a revisão no monitor.
Após a análise, Daronco explicou que o lance não configurou conduta para cartão vermelho, afirmando que o jogador não encostou na região.
Detalhes da jogada e decisão
A decisão foi tomada durante a revisão no VAR, com o árbitro mantendo a decisão inicial de não expulsar Bobadilla. A leitura do juiz foi de que houve resistência física mínima e que não houve conduta agressiva.
O lance gerou reação nas redes sociais, principalmente entre torcedores do Corinthians, que lembraram expulsões recentes de Allan e André por gestos semelhantes em partidas anteriores. A decisão manteve o empate no placar.
Repercussos na partida e no público
A decisão de Daronco acirrou as cobranças de arbitragem durante o restante do jogo. O Majestoso já vivia tensão elevada por contestações anteriores em relação aos baques de arbitragem, refletindo em debates entre torcidas e analysts.
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