Cinco novos suspeitos foram presos na madrugada desta quinta-feira, 30 de outubro, em propriedades na região de Paris, relacionados ao roubo de joias do Louvre, avaliadas em €88 milhões. A informação foi divulgada pela rádio RTL, mas ainda não há confirmação oficial sobre a recuperação das peças.
Os novos detidos se juntam a dois homens que foram capturados no último domingo e que, segundo a promotora pública de Paris, Laure Beccuau, admitiram parcialmente seu envolvimento no crime. As investigações revelaram que o DNA dos dois suspeitos encontrados anteriormente foi localizado em uma vitrine e na motocicleta utilizada na fuga. Além disso, há indícios de que o grupo envolvido no roubo pode contar com mais de quatro cúmplices.
O roubo ocorreu em 19 de outubro, quando um quarteto de ladrões, disfarçados como trabalhadores de manutenção, invadiu o museu. Em menos de sete minutos, eles conseguiram quebrar vitrines e levar oito peças preciosas, incluindo um colar de esmeraldas e diamantes que pertenceu a Napoleão I. Durante a ação, um dos ladrões deixou cair uma coroa enfeitada com pedras preciosas.
Beccuau informou que os dois homens presos anteriormente seriam apresentados a um juiz, enfrentando acusações de furto organizado e conspiração criminosa, que podem resultar em penas de até 25 anos de prisão. Apesar das detenções, as joias continuam desaparecidas, e a promotora fez um apelo aos ladrões, afirmando que “ainda há tempo para devolvê-las”.
Entre na conversa da comunidade