Ilinois entrará na rede GOARN da Organização Mundial da Saúde, após a decisão de retirada dos Estados Unidos do organismo. A confirmação foi feita nesta terça-feira pelo governador JB Pritzker, do Partido Democrata.
A adesão coloca o estado em uma rede internacional de alerta e resposta a surtos, com acesso a alertas precoces, cooperação técnica e exercícios de preparo. A iniciativa busca manter informações atualizadas para proteger a população.
Pritzker ressaltou que a saída dos EUA da OMS comprometeria a detecção de ameaças globais. Ele afirmou que Illinois fará parte da rede para manter ciência, preparo e proteção às pessoas.
A vice-governadora Juliana Stratton endossou o anúncio, destacando a prioridade pela saúde pública acima de interesses políticos. A gestão estadual reforça o compromisso com famílias e comunidades seguras.
Pelo acordo com GOARN, Illinois receberá suporte de resposta rápida durante emergências de saúde, além de participar de treinamentos internacionais e intercâmbios de boas práticas. O estado manterá colaboração com parceiros globais.
A decisão de Illinois ocorre após a retirada dos EUA da OMS durante a gestão anterior de Trump. O repasse de financiamento americano era de cerca de 18% do orçamento da OMS, impactando parte da sua força de trabalho.
Críticas internacionais ao anúncio anterior destacaram prejuízos para a cooperação global em saúde. Instituições médicas e organizações multilaterais reagiram, enfatizando a importância de respostas coordenadas em crises sanitárias.
Antes da adesão a GOARN, Illinois já tinha se unido à Aliança da Saúde Pública dos Governadores, criada para fortalecer a infraestrutura de saúde diante da redução de ações federais. A coalizão envolve governadores de 15 estados.
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