A Turquia anunciou nesta semana que não permitirá mais a entrada de cristãos estrangeiros, medida que afeta comunidades cristãs e atrai críticas sobre liberdade religiosa. O governo disse tratar-se de uma política de imigração e segurança nacional.
Segundo fontes oficiais, a restrição mira líderes religiosos e missionários cristãos que atuam no país, especialmente aqueles há anos ativos na Turquia.
Organizações internacionais de direitos humanos e líderes religiosos condenam a decisão, apontando potencial retrocesso na liberdade de culto em um país de pluralidade religiosa.
Especialistas apontam riscos para a convivência entre comunidades e para a imagem internacional da Turquia, que busca manter abertura a turismo e intercâmbio cultural.
A comunidade cristã local teme impactos adicionais, com pedidos de revisão feitos por líderes estrangeiros presentes no país. O governo garante que a medida é temporária e dentro da lei.
Autoridades destacam que a liberdade religiosa será mantida dentro dos limites legais, sinalizando continuidade da proteção aos direitos fundamentais.
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