O Departamento de Justiça dos EUA publicou nesta sexta-feira vários documentos do caso Epstein, ligados a acusações não comprovadas contra Donald Trump envolvendo uma menor. Os papéis integram uma denúncia antiga, sem provas, que reaparece no arquivo.
Trump negou irregularidades e rompeu relações com Epstein em 2005 após um incidente na mansão Mar-a-Lago. A Casa Branca afirmou que as declarações do presidente foram exoneradas pela divulgação dos arquivos de Epstein.
O DOJ afirmou que a publicação atrasou por acreditar tratar-se de duplicatas entre mais de 500 advogados que classificaram os documentos. Ao todo, o arquivo Epstein já somaria mais de 3 milhões de itens desclassificados, incluindo fotos e vídeos.
Reações no Congresso apontam falhas no manejo e pedem transparência. Democratas criticaram o atraso e citaram possíveis documentos ainda ocultos. A(sequence) de divulgações segue sob escrutínio sobre a independência da Justiça em relação à administração.
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