O governo de Donald Trump apresentou uma estratégia de contrterrorismo considerada vaga por analistas e crítica vizinha. O plano, elaborado pelo “czar” Sebastian Gorka, chegou após uma chamada com repórteres nesta semana. O documento descreve objetivos amplos e ataques a grupos considerados ameaças, sem detalhar ações específicas.
A estratégia aponta três grandes tipos de grupos terroristas como prioridades: narcoterroristas e gangues transnacionais, antigos insurgentes islamistas e extremistas de esquerda violentos, incluindo anarquistas e anti-fascistas. Não menciona explicitamente a extrema direita, apesar de episódios de violência doméstica.
O texto sugere que imigração transformou a Europa em espaço de riscos, pedindo à Europa que interrompa sua suposta decadência. Também critica administrações anteriores por supostamente ter instrumentalizado a inteligência para fins políticos, enquanto promete evitar esse uso contra cidadãos americanos.
Analistas descrevem o memo como pouco substancial e excessivamente combativo. Observadores destacam que o documento não traça um roteiro claro de ações nem prazos, limitando-se a delimitar prioridades sem detalhar execução.
Críticos também alertam que o tom agressivo pode ampliar o aparato de segurança sem preservar direitos civis. Defensores dos direitos civis destacam riscos de repressão estatal e de violações constitucionais.
Especialistas lembram que a nova proposta se apoia em políticas de contrterrorismo já presentes há décadas, apenas com linguagem mais contundente. Avaliam que, embora traga mudanças administrativas, não oferece novas salvaguardas ou caminhos operacionais definidos.
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