O governo das Maldivas prepara uma operação de alto risco para retirar os corpos de mergulhadores italianos presos em uma caverna submersa. As buscas haviam sido suspensas após a morte de um militar da guarda-costeira durante uma tentativa de resgate.
A missão recebe apoio de mergulhadores da Finlândia. Entre as vítimas estão Monica Montefalcone, professora da Universidade de Gênova, a filha Giorgia Sommacal, o biólogo marinho Federico Gualtieri, a pesquisadora Muriel Oddenino e o instrutor que conduzia o grupo, o primeiro a ter o corpo resgatado.
Contexto da operação
Na quinta-feira (14), os mergulhadores adentraram um complexo de cavernas a mais de 50 metros de profundidade, acima do limite permitido para mergulho recreativo, que é de 30 metros. O governo das Maldivas classificou o caso como a maior tragédia do tipo já registrada no país.
As autoridades suspenderam a licença da embarcação envolvida e abriram uma investigação para apurar falhas no cumprimento das normas de segurança. A retirada dos corpos, mesmo com a localização, pode levar dias devido a desafios de acesso e ao mau tempo.
Situação atual
A busca continua com apoio internacional, apesar das condições adversas. As equipes tentam planejar a operação de resgate, levando em conta a necessidade de evitar novos riscos para mergulhadores. Não houve novos comunicados oficiais sobre prazos ou resultados recentes.
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