Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Vítima ou cúmplice? namorada de Epstein pode ser questionada, mesmo com delação

Nadia Marcinko, ex-companheira de Epstein, pode ser investigada como possível cúmplice, apesar de alegar ser vítima, em meio a documentos e depoimentos.

Nadia Marcinko was Epstein's main girlfriend for seven years, after his relationship with Ghislaine Maxwell came to an end
0:00
Carregando...
0:00

Nadia Marcinko, conhecida como a parceira principal de Jeffrey Epstein por sete anos, pode entrar no foco de investigações mesmo após ter sido citada em um acordo de 2008 que concedeu imunidade a quatro mulheres, entre elas Marcinko. A discussão envolve se ela é vítima ou cúmplice.

A comissão legislativa dos EUA quer ouvir Marcinko junto de outras duas assistentes de Epstein, Sarah Kellen e Lesley Groff. Adriana Ross, outra assistente, também é tema de debate. A imunidade do acordo de 2008 é vista como ponto central.

Marcinko deixou de aparecer publicamente após a morte de Epstein, em 2019, enquanto surgem novos relatos sobre seu papel na vida do financista. Ela já foi descrita como assistente de voo de Epstein e foi mencionada em investigações anteriores.

Imunidade e coautoria

O acordo de 2008 imunizou as quatro mulheres ligadas ao caso, mas perguntas sobre essa imunidade voltaram à tona. Uma congressista solicita investigação mais ampla para incluir Marcinko, mesmo sem acusações formais contra ela.

Marcinko teve vínculos estreitos com Epstein, viajaram juntos e, segundo documentos, chegaram a planejar ter filhos. Também há relatos de recrutamento de outras mulheres, embora não haja confirmação de envolvimento com menores em mensagens diretas.

Marcinko ganhou treinamento de piloto financiado por Epstein, ampliando seu papel operacional. Em 2018, ela colaborou com o FBI, sinalizando mudança de posição frente às investigações em curso. O status de seu visto de permanência nos EUA, em 2022, também é discutido.

Contexto histórico e posição atual

Dossiês indicam que Epstein exercia controle considerável sobre Marcinko, incluindo decisões de vida e aparência. Marcinko manteve relação de cooperação com Epstein por anos, mesmo após o término formal do relacionamento.

A BBC buscou commentários com Marcinko, que não respondeu. O caso levanta a pergunta sobre até onde a cooperação de uma vítima pode ser interpretada como participação em crimes, especialmente em contextos de poder e coerção.

Marcinko permanece fora do radar público desde então, com indícios recentes de participação em um centro budista em Nova York. O panorama atual envolve questionamentos sobre culpabilidade, testemunhos e o papel de pessoas próximas a Epstein.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais