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Mercadão de Pinheiros enfrenta desafios para revitalização e atrair público novamente

- O Mercadão de Pinheiros, com 114 anos, enfrenta crise desde a pandemia. - Ana Paula Sater busca revitalizar o espaço, aumentando a diversidade gastronômica. - Apenas sete dos 39 boxes estão ocupados por restaurantes atualmente. - Eventos como o jantar beneficente tiveram resultados financeiros abaixo do esperado. - A gestão enfrenta burocracia da prefeitura para abrir novas concessões de restaurantes.

A região de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, atrai moradores e turistas com seus 1.110 bares e restaurantes, mas o Mercadão do bairro enfrenta dificuldades. Com 114 anos de história, o Mercado Municipal Engenheiro João Pedro de Carvalho Neto, localizado próximo ao Largo da Batata e à estação Faria Lima do metrô, luta […]

A região de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, atrai moradores e turistas com seus 1.110 bares e restaurantes, mas o Mercadão do bairro enfrenta dificuldades. Com 114 anos de história, o Mercado Municipal Engenheiro João Pedro de Carvalho Neto, localizado próximo ao Largo da Batata e à estação Faria Lima do metrô, luta para recuperar o movimento perdido durante a pandemia. Alex Gomes, sócio do Mocotó Café, relata que o espaço atende atualmente apenas metade do público de antes da crise.

A revitalização do Mercadão, que conta com 39 boxes, é liderada por Ana Paula Sater, gestora e historiadora. Desde sua chegada em 2018, ela tem buscado aumentar a diversidade de restaurantes, acreditando que o público prefere comer fora a fazer compras. Atualmente, apenas sete boxes são ocupados por restaurantes, enquanto os demais são lojas. Ana Paula planeja atrair novos estabelecimentos e já inaugurou três durante sua gestão.

Apesar das iniciativas, a administração enfrenta desafios, como a burocracia da prefeitura para liberar licitações. Em 2024, apenas duas concessões foram abertas para o setor. Para aumentar a frequência de visitantes, Ana Paula organizou eventos, como a Noite no Mercado, que arrecadou fundos, mas não atingiu as expectativas financeiras. O foco é fazer com que as pessoas conheçam o espaço e suas ofertas gastronômicas.

Enquanto isso, o Mercadão Municipal, o principal da cidade, passa por reformas e deve apresentar novidades em breve. Apesar de São Paulo ser considerada a “capital da gastronomia”, seus mercados municipais ainda não se destacam como polos turísticos, ao contrário de exemplos internacionais como o Time Out Market em Lisboa e o Borough Market em Londres, que atraem milhões de visitantes.

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