O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encontrou uma carta deixada por seu antecessor, Joe Biden, na mesa “Resolute” do Salão Oval. Durante uma sessão de perguntas com repórteres, Trump revelou que a carta, endereçada “ao número 47”, continha uma mensagem “simpática” e “inspiradora”, encorajando-o a “fazer um bom trabalho”. Embora tenha expressado sua apreciação […]
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encontrou uma carta deixada por seu antecessor, Joe Biden, na mesa “Resolute” do Salão Oval. Durante uma sessão de perguntas com repórteres, Trump revelou que a carta, endereçada “ao número 47”, continha uma mensagem “simpática” e “inspiradora”, encorajando-o a “fazer um bom trabalho”. Embora tenha expressado sua apreciação pela carta, Trump não a leu em voz alta.
A tradição das cartas de transição entre presidentes dos EUA remonta ao final da presidência de Ronald Reagan, em 1989. Desde então, cada presidente tem deixado uma mensagem cordial para seu sucessor, geralmente escrita em papel timbrado da Casa Branca. Essas cartas costumam conter conselhos e votos de sucesso, refletindo um espírito de continuidade e respeito entre os líderes.
Históricos relatam que George H.W. Bush deixou uma mensagem para Bill Clinton, desejando felicidade e encorajando-o a não se deixar abalar por críticas. Clinton, por sua vez, escreveu para George W. Bush, expressando seus votos de sucesso. Obama também seguiu a tradição, parabenizando Trump e aconselhando-o a valorizar o tempo com amigos e familiares.
Ao deixar a presidência, Trump escreveu uma carta para Biden, que o atual presidente descreveu como “generosa”, mas o conteúdo nunca foi divulgado. Essa prática de troca de cartas simboliza a passagem de poder e a continuidade da democracia nos Estados Unidos.
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