Os oito deputados federais do Distrito Federal gastaram, em 2024, R$ 3,3 milhões da cota parlamentar, um aumento de 17,5% em relação a 2023, quando o total foi de R$ 2,8 milhões. A maior parte das despesas, R$ 2,1 milhões (63,27%), foi destinada à propaganda parlamentar. Outros gastos incluem R$ 478 mil (14,20%) para escritórios […]
Os oito deputados federais do Distrito Federal gastaram, em 2024, R$ 3,3 milhões da cota parlamentar, um aumento de 17,5% em relação a 2023, quando o total foi de R$ 2,8 milhões. A maior parte das despesas, R$ 2,1 milhões (63,27%), foi destinada à propaganda parlamentar. Outros gastos incluem R$ 478 mil (14,20%) para escritórios de apoio, R$ 444,4 mil (13,20%) em aluguel de carros e R$ 205,7 mil (6,11%) com combustível.
O deputado que mais utilizou a cota foi Fred Linhares (Republicanos), com despesas de R$ 449,4 mil. Seguiram-se Érika Kokay (PT) e Gilvan Máximo (Republicanos), com gastos de R$ 439,2 mil e R$ 439,1 mil, respectivamente. Os deputados têm até três meses para solicitar reembolso, o que pode aumentar o total de despesas reportadas.
O deputado Reginaldo Veras (PV) pediu reembolso de R$ 11,7 mil em alimentação, incluindo refeições em Maceió durante o recesso parlamentar. Ele justificou os gastos como parte de reuniões políticas. Outros deputados, como Bia Kicis (PL), também solicitaram reembolso, mas em valores menores.
Os deputados defenderam a legalidade e a transparência dos gastos. Érika Kokay destacou a importância da comunicação com a população e o combate à desinformação. Alberto Fraga e Bia Kicis ressaltaram que os recursos foram utilizados para atividades essenciais de representação. Julio Cesar Ribeiro também afirmou que os gastos seguem rigorosamente as normas da Câmara.
Entre na conversa da comunidade