Entre 15 e 21 de janeiro, o Brasil se destacou como o segundo país com o maior número de menções a Donald Trump nas redes sociais, totalizando 2,2 milhões de citações. O levantamento, realizado pelo Instituto Democracia em Xeque com a ferramenta Talkwalker, revelou que os Estados Unidos lideraram com 30,7 milhões de menções. No […]
Entre 15 e 21 de janeiro, o Brasil se destacou como o segundo país com o maior número de menções a Donald Trump nas redes sociais, totalizando 2,2 milhões de citações. O levantamento, realizado pelo Instituto Democracia em Xeque com a ferramenta Talkwalker, revelou que os Estados Unidos lideraram com 30,7 milhões de menções. No total, foram registradas mais de 50 milhões de menções a Trump globalmente, gerando 336 milhões de engajamentos.
As publicações brasileiras geraram um engajamento significativo, com 15,2 milhões de interações, um número elevado em comparação a outros eventos políticos. O maior volume de postagens ocorreu entre a posse de Trump e o dia seguinte. As hashtags mais utilizadas incluíram referências a Jair Bolsonaro, sugerindo que ele estaria sendo perseguido por não conseguir viajar aos EUA.
A análise abrangeu quatro redes sociais: Facebook, Instagram, YouTube e X, onde predominou a produção de conteúdo pela extrema-direita. Embora os conteúdos conservadores tenham alcançado maior visibilidade, o Facebook apresentou um equilíbrio entre postagens do campo conservador e da imprensa. As narrativas mais comentadas incluíram celebrações pela posse de Trump, suas primeiras medidas, a ausência de Bolsonaro na cerimônia e a presença de seus familiares.
No Telegram, entre 19 e 21 de janeiro, foram coletadas 11.666 mensagens de 128 canais e grupos, com 2.988 delas relacionadas à posse de Trump. A mensagem mais compartilhada foi um vídeo do canal “O Informante”, que abordou o convite VIP de Nikolas Ferreira para o baile da posse, acumulando mais de 30 mil visualizações e 437 compartilhamentos em 24 horas.
Entre na conversa da comunidade