As águas ao largo de Cingapura estão repletas de navios-tanque, cargueiros e embarcações de carga, que transportam de tudo, desde petróleo até eletrônicos. No entanto, um recurso que a cidade-estado deseja e que nenhum desses navios transporta é a eletricidade. Cingapura, uma pequena e rica ilha, gera a maior parte de sua energia queimando gás […]
As águas ao largo de Cingapura estão repletas de navios-tanque, cargueiros e embarcações de carga, que transportam de tudo, desde petróleo até eletrônicos. No entanto, um recurso que a cidade-estado deseja e que nenhum desses navios transporta é a eletricidade. Cingapura, uma pequena e rica ilha, gera a maior parte de sua energia queimando gás natural importado, mesmo após prometer reduzir suas emissões para zero líquido até 2050.
Com espaço limitado para construir suas próprias usinas eólicas ou solares, Cingapura planeja obter energia limpa de uma maneira diferente: através de cabos de transmissão de longa distância conectando-se a seus vizinhos. O governo local já concedeu aprovação preliminar para a instalação de cabos submarinos provenientes do Camboja, Indonésia, Vietnã e até mesmo da Austrália, a impressionantes 4.300 km de distância.
A meta é clara: em dez anos, Cingapura pretende importar um terço da eletricidade que consome por meio dessas conexões. Essa estratégia não apenas diversifica suas fontes de energia, mas também alinha-se com os compromissos ambientais do país, buscando uma transição para um futuro mais sustentável.
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