Vicente Sá, poeta e compositor maranhense, faleceu na última sexta-feira, aos 67 anos, em Brasília. A causa da morte foi pneumonia, agravada por um câncer de garganta. O velório ocorreu no Espaço Cultural Renato Russo, onde amigos e admiradores se reuniram para prestar homenagens. A viúva, Lúcia Leão, destacou a importância de Vicente na poesia […]
Vicente Sá, poeta e compositor maranhense, faleceu na última sexta-feira, aos 67 anos, em Brasília. A causa da morte foi pneumonia, agravada por um câncer de garganta. O velório ocorreu no Espaço Cultural Renato Russo, onde amigos e admiradores se reuniram para prestar homenagens. A viúva, Lúcia Leão, destacou a importância de Vicente na poesia marginal e sua habilidade em transformar o cotidiano em arte, afirmando que “com ele, tudo virava poesia”.
Nascido em Pedreiras, Vicente se destacou na cena cultural de Brasília, publicando obras como *Diário de Ánis* e *Anjo Carmim*. Ele era conhecido por sua generosidade e por ser um amigo querido, descrito por Lúcia como “o melhor amigo” de todos. A poeta Noélia Ribeiro lembrou de sua genialidade e humor, enquanto outros amigos, como Gadelha Neto e Sérgio Duboc, ressaltaram sua originalidade e a profunda conexão com a cidade.
Durante a despedida, amigos compartilharam memórias e recitaram poesias, celebrando a vida e a obra de Vicente. Aldo Justo, do Liga Tripa, e Nicolas Behr, da geração mimeógrafo, destacaram a importância de Vicente na cultura local, ressaltando que ele “fez parte da cidade” e deixou um legado de poesia e amizade. A cerimônia foi marcada por um clima de celebração, refletindo a visão de Vicente sobre a vida e a arte.
Vicente Sá será lembrado como um ícone da poesia brasiliense, cuja obra e presença impactaram gerações. Sua contribuição à cultura e à amizade permanece viva entre aqueles que tiveram a sorte de conhecê-lo. A despedida no Espaço Cultural Renato Russo simbolizou não apenas a perda de um artista, mas a celebração de uma vida dedicada à poesia e à comunidade.
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