Emília Corrêa, do PL, tomou posse como prefeita de Aracaju no dia 1º de janeiro e revelou um déficit de R$ 40 milhões nas contas do município, legado de Edvaldo Nogueira, do PDT. A nova gestora, que foi vereadora e se opôs ao antecessor, descreveu a situação como um cenário de “terra arrasada”. A prefeita […]
Emília Corrêa, do PL, tomou posse como prefeita de Aracaju no dia 1º de janeiro e revelou um déficit de R$ 40 milhões nas contas do município, legado de Edvaldo Nogueira, do PDT. A nova gestora, que foi vereadora e se opôs ao antecessor, descreveu a situação como um cenário de “terra arrasada”.
A prefeita destacou que a cada dia surgem novas surpresas negativas, incluindo dívidas milionárias com empresas de coleta de lixo e problemas na área da saúde. Emília também criticou a licitação de transporte realizada no final da gestão anterior, apontando falta de transparência e irregularidades que não atendem às necessidades da população.
A ex-vereadora enfatizou a urgência de resolver essas questões para restabelecer a confiança da população na administração pública. Ela se comprometeu a trabalhar para reverter a situação e garantir que os serviços essenciais sejam prestados de forma adequada.
Emília Corrêa, ao assumir a prefeitura, já enfrenta um grande desafio financeiro e administrativo, que exigirá medidas rápidas e eficazes para sanar as pendências deixadas pela gestão anterior.
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