Um enfermeiro, vigilantes e o gerente da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Paranoá foram agredidos por um casal na quinta-feira, dia 30 de janeiro. A dupla foi detida e levada à delegacia. O Conselho Regional de Enfermagem (Coren) manifestou repúdio à violência, destacando que o casal agiu com covardia ao se recusar a esperar […]
Um enfermeiro, vigilantes e o gerente da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Paranoá foram agredidos por um casal na quinta-feira, dia 30 de janeiro. A dupla foi detida e levada à delegacia. O Conselho Regional de Enfermagem (Coren) manifestou repúdio à violência, destacando que o casal agiu com covardia ao se recusar a esperar pelo atendimento e iniciar um ataque à equipe.
Em uma publicação no sábado, 1º de fevereiro, o Coren enfatizou que o incidente evidencia um problema recorrente e inaceitável: a violência contra profissionais da saúde. A entidade ressaltou que, além de enfrentarem jornadas exaustivas e baixos salários, os trabalhadores da linha de frente lidam com agressões físicas e psicológicas em seu ambiente de trabalho.
O Metrópoles entrou em contato com o Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF), que gerencia as UPAs, e aguarda uma resposta sobre o ocorrido. A situação levanta preocupações sobre a segurança dos profissionais de saúde, que frequentemente enfrentam situações de risco enquanto prestam atendimento à população.
A violência contra trabalhadores da saúde tem sido um tema amplamente discutido, e a necessidade de medidas de proteção e conscientização é cada vez mais urgente. O Coren e outras entidades têm buscado formas de combater essa realidade, promovendo a segurança e o respeito aos profissionais que atuam na linha de frente do atendimento.
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