A revista Time revelou, nesta sexta-feira (7), a capa de sua próxima edição, que apresenta uma montagem do bilionário Elon Musk na cadeira presidencial dos Estados Unidos. A imagem acompanha uma reportagem que discute as ações de Musk à frente do DOGE (Departamento de Eficiência Governamental), uma nova agência criada no governo de Donald Trump. […]
A revista Time revelou, nesta sexta-feira (7), a capa de sua próxima edição, que apresenta uma montagem do bilionário Elon Musk na cadeira presidencial dos Estados Unidos. A imagem acompanha uma reportagem que discute as ações de Musk à frente do DOGE (Departamento de Eficiência Governamental), uma nova agência criada no governo de Donald Trump. O texto destaca que Musk, CEO da X, Tesla e SpaceX, está liderando esforços para remodelar a administração pública.
O DOGE, descrito como um “grupo de assessores temporários sem estatuto, sem site e sem autoridade legal clara”, tem se envolvido em batalhas contra agências federais, buscando desburocratização e cortes de gastos. A Usaid (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) foi desmantelada recentemente, evidenciando o poder crescente do DOGE. A revista alerta para uma “onda antigoverno massiva”, com possíveis cortes orçamentários e a substituição de servidores públicos por nomeados políticos leais a Trump.
A reportagem também menciona que, sob a liderança de Musk, o DOGE enfrenta processos judiciais questionando sua legalidade desde o início do governo Trump. Além disso, o departamento assumiu o controle do Serviço Digital dos EUA e estabeleceu uma base no Escritório de Gestão de Pessoal (OPM). Funcionários federais estão em alerta, com temores sobre o impacto das mudanças nas interações do público com o governo.
Musk parece responder apenas ao presidente Trump, que lhe concedeu um amplo mandato para alinhar a administração à sua agenda. A revista destaca que a influência de Musk sobre a máquina governamental é sem precedentes, levantando preocupações sobre as consequências para milhões de pessoas que dependem do governo dos EUA para assistência em áreas como alimentação e saúde.
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