Os acordos firmados entre as bancadas do Senado para a eleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à presidência definiram os nomes que devem liderar a maioria das comissões permanentes. No entanto, a demora na formação dos blocos parlamentares e na indicação de membros pode atrasar a instalação desses colegiados. Até o momento, a única comissão […]
Os acordos firmados entre as bancadas do Senado para a eleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à presidência definiram os nomes que devem liderar a maioria das comissões permanentes. No entanto, a demora na formação dos blocos parlamentares e na indicação de membros pode atrasar a instalação desses colegiados. Até o momento, a única comissão com reunião agendada é a CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, que já estava em funcionamento e terá a apresentação do relatório final do senador Romário (PL-RJ) nesta terça-feira.
Líderes, incluindo o do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), indicaram que as instalações das comissões ocorreriam entre terça e quarta-feira desta semana. Contudo, há um risco significativo de que isso não se concretize, com a possibilidade de que o início dos trabalhos fique adiado para após o Carnaval. A formação dos blocos parlamentares é essencial para que se faça o cálculo da proporcionalidade, determinando quantos membros cada bloco poderá indicar para as comissões.
Os líderes ainda estão em processo de negociação para a formação dos grupos, e, após essa etapa, precisarão consultar suas bancadas sobre as preferências de participação nas comissões. A definição dos senadores que ocuparão os principais cargos nas comissões da Casa ainda está pendente, aumentando a incerteza sobre a agilidade dos trabalhos legislativos.
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