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Sabesp atribui entupimento de esgoto na rua Augusta a lançamentos irregulares de imóveis

- A Sabesp reconheceu entupimento de esgoto na rua Augusta, invadindo imóveis. - Problema atribuído a lançamentos irregulares de água da chuva por imóveis. - Companhia registrou 79 autuações por infrações semelhantes desde janeiro. - Comércio local sofreu com mau cheiro e prejuízos após fortes chuvas em janeiro. - Multas por lançamentos irregulares podem chegar a R$ 30 mil, segundo a prefeitura.

A Sabesp confirmou um entupimento no coletor de esgoto próximo à rua Augusta, em São Paulo, que resultou em alagamentos em imóveis da região. A companhia atribui o problema ao lançamento irregular de água da chuva, carregada de materiais, por parte dos imóveis locais. Em comunicado, a Sabesp enfatizou a necessidade de separar o escoamento […]

A Sabesp confirmou um entupimento no coletor de esgoto próximo à rua Augusta, em São Paulo, que resultou em alagamentos em imóveis da região. A companhia atribui o problema ao lançamento irregular de água da chuva, carregada de materiais, por parte dos imóveis locais. Em comunicado, a Sabesp enfatizou a necessidade de separar o escoamento da água da chuva da rede de esgoto, conforme a legislação vigente.

Inicialmente, a empresa havia informado que a rede de esgoto estava funcionando normalmente e que a água proveniente de uma obra na rua era a causa do problema. Após a limpeza do coletor realizada nos dias 7 e 8 de fevereiro, a Sabesp declarou que o sistema voltou a operar adequadamente. A companhia também mencionou que os imóveis afetados foram limpos e desinfectados.

Entre janeiro de 2024 e 11 de fevereiro, a capital paulista registrou 79 autuações por lançamentos irregulares em via pública, com multas que podem chegar a R$ 30 mil. A Subprefeitura de Pinheiros informou que limpou as bocas de lobo na rua Augusta no último sábado. O mau cheiro do esgoto a céu aberto foi uma reclamação constante de quem frequenta a área, com relatos de que o odor se tornou insuportável.

As fortes chuvas de 24 de janeiro, que totalizaram 125,4 mm, contribuíram para a situação, sendo o terceiro maior volume registrado desde 1961. Comerciantes, como Dieylla Gomes, relatam prejuízos significativos, com gastos de cerca de R$ 50 mil em reformas e novos equipamentos. Ela mencionou que está considerando processar a Sabesp devido aos danos causados.

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