Moradores de Copacabana, especialmente na área do Posto 6, têm expressado preocupações sobre a sinalização de trânsito na orla. Entre os principais problemas estão a falta de faixas de pedestres em alguns trechos e o barulho causado pelos sonorizadores, dispositivos que visam reduzir a velocidade dos veículos. Jamil Duailibi Filho, um dos residentes, destaca que […]
Moradores de Copacabana, especialmente na área do Posto 6, têm expressado preocupações sobre a sinalização de trânsito na orla. Entre os principais problemas estão a falta de faixas de pedestres em alguns trechos e o barulho causado pelos sonorizadores, dispositivos que visam reduzir a velocidade dos veículos. Jamil Duailibi Filho, um dos residentes, destaca que não há faixas de pedestres nos últimos quatro quarteirões da Avenida Atlântica em direção ao Leme, dificultando a travessia de pedestres.
A advogada Juliana Mesquita também pede melhorias, sugerindo a instalação de um semáforo e faixa de pedestres na altura do hotel Fairmont, um ponto de grande movimentação. Duailibi Filho critica a eficácia dos sonorizadores, afirmando que eles não têm conseguido reduzir a velocidade dos carros e apenas geram barulho que perturba o descanso dos moradores e trabalhadores da região.
A CET-Rio, responsável pela gestão do trânsito, informou que o trecho da Avenida Atlântica entre a Rua Francisco Otaviano e a Rua Francisco Sá possui cerca de 360 metros e conta com duas travessias semaforizadas. O órgão se comprometeu a realizar estudos para avaliar a necessidade de uma nova travessia semaforizada entre as existentes. Em relação aos sonorizadores, a CET-Rio explicou que são linhas de redução de velocidade (LRVs) e que não recebeu reclamações sobre ruídos até o momento.
Apesar das explicações da CET-Rio, os moradores continuam a reivindicar melhorias na sinalização e na segurança viária, enfatizando a importância de uma infraestrutura que atenda tanto pedestres quanto motoristas na movimentada orla de Copacabana.
Entre na conversa da comunidade