No dia 12 de fevereiro de 2024, completa 20 anos do assassinato da missionária católica Dorothy Stang, e a Ancine autorizou a captação de R$ 30 milhões para um filme sobre sua vida, intitulado Dorothy Stang: marcada para morrer. Nascida nos Estados Unidos e naturalizada brasileira, Stang foi morta com seis tiros em uma estrada […]
No dia 12 de fevereiro de 2024, completa 20 anos do assassinato da missionária católica Dorothy Stang, e a Ancine autorizou a captação de R$ 30 milhões para um filme sobre sua vida, intitulado Dorothy Stang: marcada para morrer. Nascida nos Estados Unidos e naturalizada brasileira, Stang foi morta com seis tiros em uma estrada rural em Anapu, no Pará, onde liderava o Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança.
Dorothy chegou ao Brasil na década de 1970, dedicando-se a trabalhos pastorais na Amazônia. Sua atuação incluiu projetos de reflorestamento e iniciativas para geração de emprego e renda para a população local, que enfrentava dificuldades econômicas. Sua liderança no projeto a tornou alvo de fazendeiros da região, que reivindicavam a posse das terras destinadas ao desenvolvimento sustentável.
A missionária foi assassinada aos 73 anos, e sua morte se transformou em um símbolo da luta por uma reforma agrária planejada e responsável. Essa causa visava reduzir conflitos violentos, que eram uma das principais bandeiras defendidas por Stang durante sua vida. O filme busca retratar não apenas sua trajetória, mas também o impacto de sua luta na sociedade brasileira.
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