O governo dos Estados Unidos, sob a administração do presidente Donald Trump, autorizou a venda de mais de 20.000 fuzis de assalto para Israel, conforme um documento obtido pela Reuters. Essa transação, avaliada em 24 milhões de dólares, foi notificada ao Congresso em 6 de março e destina-se à Polícia Nacional de Israel. Essa decisão contrasta com a postura do governo Biden, que havia adiado a venda devido a preocupações sobre o uso das armas por colonos israelenses extremistas na Cisjordânia.
A violência na região, especialmente contra palestinos, levou o governo Biden a impor sanções a indivíduos e entidades envolvidas em atos violentos. Em resposta, Trump revogou essas sanções em seu primeiro dia de mandato e, desde então, seu governo tem promovido vendas de armas a Israel, ignorando os apelos de parlamentares democratas para suspender as transações até que mais informações fossem fornecidas.
A notificação ao Congresso indicou que o governo dos EUA considerou “considerações políticas, militares, econômicas, de direitos humanos e de controle de armas”. No entanto, o Departamento de Estado não comentou se buscou garantias de Israel sobre o uso das armas. A Cisjordânia, ocupada por Israel desde a guerra de 1967, é vista pelos palestinos como o núcleo de um futuro Estado independente.
Recentemente, o Senado dos EUA rejeitou tentativas de bloquear 8,8 bilhões de dólares em vendas de armas a Israel, com votos de 82 a 15 e 83 a 15 contra duas resoluções que questionavam as transações. As resoluções foram apresentadas pelo senador Bernie Sanders, refletindo a crescente preocupação com os direitos humanos na região.
O governo dos Estados Unidos, sob a administração do presidente Donald Trump, autorizou a venda de mais de 20.000 fuzis de assalto para Israel, conforme um documento obtido pela Reuters. Essa transação, avaliada em US$ 24 milhões, foi notificada ao Congresso em 6 de março e destina-se à Polícia Nacional de Israel. A decisão contrasta com a postura do governo Biden, que havia adiado a venda devido a preocupações sobre o uso das armas por colonos israelenses extremistas na Cisjordânia.
O aumento da violência na região, especialmente contra palestinos, levou o governo Biden a impor sanções a indivíduos e entidades envolvidas em atos violentos. Em resposta, Trump revogou essas sanções em seu primeiro dia de mandato e, desde então, seu governo tem promovido vendas de armas a Israel, ignorando os apelos de parlamentares democratas para suspender as transações até que mais informações fossem fornecidas.
A notificação ao Congresso indicou que o governo dos EUA considerou “considerações políticas, militares, econômicas, de direitos humanos e de controle de armas”. No entanto, o Departamento de Estado não comentou se buscou garantias de Israel sobre o uso das armas. A Cisjordânia, ocupada por Israel desde a guerra de 1967, é vista pelos palestinos como o núcleo de um futuro Estado independente.
Recentemente, o Senado dos EUA rejeitou tentativas de bloquear US$ 8,8 bilhões em vendas de armas a Israel, com votos de 82 a 15 e 83 a 15 contra duas resoluções que questionavam as transações. As resoluções foram apresentadas pelo senador Bernie Sanders, que se alinha aos democratas, refletindo a crescente preocupação com os direitos humanos na região.
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