As exposições universais, que começaram há cento e setenta e quatro anos com a Grande Exposição de Londres, continuam a ser um importante espaço para inovações tecnológicas e culturais. A próxima edição ocorrerá em Osaka, no Japão, entre treze de abril e treze de outubro de dois mil e vinte e cinco, reunindo cento e sessenta e cinco países e esperando vinte e oito milhões de visitantes. O evento terá como destaque um observatório circular de madeira, que já foi registrado no Livro Guinness como a maior estrutura desse tipo do mundo.
O tema da exposição será “Desenhar a sociedade do futuro para nossas vidas”, refletindo preocupações contemporâneas como a sustentabilidade. Os organizadores pretendem apresentar ideias e conceitos que vão além de inovações tecnológicas, alinhando-se com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). O arquiteto japonês Sou Fujimoto é o responsável pelo projeto do observatório, que simboliza a união dos países participantes.
As exposições universais têm uma longa história de impacto cultural e tecnológico. Desde a apresentação do telégrafo de imagem na exposição de Londres em mil oitocentos e cinquenta e um até a Torre Eiffel, que se tornou um ícone de Paris, esses eventos têm moldado a percepção global sobre inovação. O evento de Osaka também contará com atrações icônicas, como um robô Gundam de quarenta e nove toneladas e dezessete metros de altura, que simboliza uma nova era.
A importância das exposições vai além da tecnologia, servindo como plataformas de diálogo e cooperação internacional. O secretário geral da Oficina Internacional de Exposições (BIE), Dimitri S. Kerkentzes, destaca que esses eventos são essenciais para a interação humana, mesmo em tempos de digitalização. A expectativa é que a edição de Osaka reforce essa tradição, promovendo um espaço de encontro e troca entre nações em um contexto global desafiador.
As exposições universais, que começaram há 174 anos com a Grande Exposição de Londres, continuam a ser um importante espaço para inovações tecnológicas e culturais. A próxima edição ocorrerá em Osaka, no Japão, entre 13 de abril e 13 de outubro de 2025, reunindo 165 países e esperando 28 milhões de visitantes. O evento terá como destaque um observatório circular de madeira, que já foi registrado no Livro Guinness como a maior estrutura desse tipo do mundo.
O tema da exposição será “Desenhar a sociedade do futuro para nossas vidas”, refletindo preocupações contemporâneas como a sustentabilidade. Os organizadores pretendem apresentar ideias e conceitos que vão além de inovações tecnológicas, alinhando-se com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). O arquiteto japonês Sou Fujimoto é o responsável pelo projeto do observatório, que simboliza a união dos países participantes.
As exposições universais têm uma longa história de impacto cultural e tecnológico. Desde a apresentação do telégrafo de imagem na exposição de Londres em mil oitocentos e cinquenta e um até a Torre Eiffel, que se tornou um ícone de Paris, esses eventos têm moldado a percepção global sobre inovação. O evento de Osaka também contará com atrações icônicas, como um robô Gundam de 49 toneladas e 17 metros de altura, que simboliza uma nova era.
A importância das exposições vai além da tecnologia, servindo como plataformas de diálogo e cooperação internacional. O secretário geral da Oficina Internacional de Exposições (BIE), Dimitri S. Kerkentzes, destaca que esses eventos são essenciais para a interação humana, mesmo em tempos de digitalização. A expectativa é que a edição de Osaka reforce essa tradição, promovendo um espaço de encontro e troca entre nações em um contexto global desafiador.
Entre na conversa da comunidade