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Imagens revelam a primeira visão do povo indígena Massaco, isolado na Amazônia

Imagens inéditas de indígenas Massaco, capturadas em fevereiro de 2024, revelam aspectos de sua vida sem comprometer seu isolamento.

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A Fundação Nacional do Índio (Funai) mostrou fotos de um grupo de nove indígenas Massaco, tiradas em fevereiro de 2024 na Terra Indígena Massaco, em Rondônia. Os Massaco são um dos 28 povos isolados no Brasil, e a Funai trabalha para proteger suas terras e evitar o contato com eles, pois isso pode trazer doenças. As fotos foram feitas com câmeras que se ativam com movimento, permitindo que os pesquisadores vejam como a comunidade vive sem interferir em seu isolamento.

Janete Carvalho, da Funai, explicou que a Terra Indígena Massaco foi a primeira demarcada apenas para povos isolados. A equipe da Funai, liderada por Altair Algayer, monitora a área há muitos anos. As novas imagens mostraram semelhanças entre os Massaco e o povo Sirionó, que vive do outro lado do Rio Guaporé, na Bolívia. No entanto, ainda não se sabe como os Massaco se identificam, e muitos aspectos de sua cultura continuam desconhecidos.

Os especialistas usaram informações sobre os movimentos da comunidade e imagens de satélite para colocar as câmeras. As fotos de 2024 mostram homens entre 20 e 40 anos, mas a qualidade das imagens foi afetada pelo clima. Antes de sair da área, os indígenas deixaram armadilhas cortantes para proteger seu território e caçar. A Funai também deixou ferramentas como facões e machados para ajudar na coleta de alimentos, evitando que a comunidade precise sair em busca de objetos.

A proteção dos Massaco é importante para garantir que eles possam viver como desejam. Atualmente, não há grandes ameaças na área, como exploração de madeira. A Funai mantém bases para proteger fisicamente e socialmente os povos isolados. As novas imagens e informações ajudam os especialistas a entender melhor a vida dos Massaco sem comprometer seu modo de vida.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) divulgou imagens de um grupo de nove indígenas Massaco, capturadas em fevereiro de 2024 na Terra Indígena Massaco, em Rondônia. Os Massaco são um dos 28 povos isolados confirmados no Brasil, e a Funai tem trabalhado para proteger suas terras e evitar o contato com eles, devido ao risco de doenças. As fotografias foram obtidas por meio de armadilhas fotográficas, que são câmeras ativadas por movimento, permitindo aos pesquisadores documentar aspectos da vida da comunidade sem comprometer seu isolamento.

Janete Carvalho, diretora de Proteção Territorial da Funai, destacou que a Terra Indígena Massaco foi a primeira demarcada exclusivamente para povos isolados. A equipe da Funai, liderada por Altair Algayer, tem monitorado a região há décadas. As novas imagens revelaram semelhanças entre os Massaco e o povo Sirionó, que habita a margem oposta do Rio Guaporé, na Bolívia. No entanto, ainda não se sabe como os Massaco se identificam, e muitos aspectos de sua cultura permanecem um mistério.

Os especialistas utilizaram conhecimento sobre os movimentos sazonais da comunidade e imagens de satélite para posicionar as câmeras. As imagens de 2024 mostram homens com idades entre 20 e 40 anos, e as condições climáticas afetaram a nitidez das fotos. Antes de deixar a área, os indígenas deixaram armadilhas cortantes, que são usadas para caçar e proteger seu território. A Funai também deixou ferramentas como facões e machados para facilitar a coleta de alimentos, evitando que a comunidade precise sair em busca de objetos semelhantes.

A proteção dos Massaco é considerada fundamental para garantir sua autodeterminação e autonomia. Atualmente, não há ameaças significativas no território, como exploração madeireira. A Funai mantém Bases de Proteção Etnoambiental para assegurar a segurança física e social dos povos isolados. As imagens mais recentes e as informações coletadas ao longo dos anos ajudam os especialistas a entender melhor a vida dos Massaco, sem comprometer seu isolamento e modos de vida.

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