O vinho de Saint-Romain, na Côte de Beaune, é conhecido por sua qualidade e variedade. Recentemente, dois produtores, Emmanuel Giboulot e Henri & Gilles Buisson, foram destacados por suas maneiras diferentes de fazer vinhos biodinâmicos. Giboulot começou sua carreira em 1985 e adotou a biodinamia em 1995. Ele busca criar vinhos que sejam frescos e elegantes, evitando o uso de barricas novas desde 2003. Seus vinhos são descritos como maduros, mas leves, e têm boa durabilidade. Por outro lado, o domínio Buisson, que começou com Henri e foi expandido por Gilles e seus filhos, se tornou biodinâmico em 2018. Eles adaptam suas técnicas de vinificação de acordo com a qualidade das uvas colhidas.
As degustações recentes mostraram que os vinhos de Giboulot são mais finos, enquanto os de Buisson são mais encorpados e robustos. Os irmãos Buisson focam em criar vinhos com finesse e sabor. As análises dos vinhos, feitas por Roberto Petronio, revelaram aromas e sabores distintos. O Saint-Romain En Chevrot 2012 de Giboulot teve notas de flor de laranjeira e uma acidez marcante, enquanto o Sous la Velle 2012 de Buisson foi descrito como tânico e refrescante, mostrando a complexidade de cada safra.
O vinho de Saint-Romain, localizado na Côte de Beaune, destaca-se por sua qualidade e diversidade, com uma tradição vitivinícola que remonta a décadas, incluindo práticas de biodinamia. Recentemente, os domínios Emmanuel Giboulot e Henri & Gilles Buisson foram reconhecidos por suas abordagens distintas na produção de vinhos biodinâmicos, com degustações de diferentes milésimes revelando características únicas.
Emmanuel Giboulot, que iniciou sua trajetória em 1985, adota a biodinamia desde 1995, buscando vinhos que equilibram frescor e vivacidade. Ele abandonou o uso de barricas novas em 2003 e descreve seus vinhos como “maduros, mas desprovidos de excessos”, com uma elegância que surpreende pela longevidade. Por outro lado, o domínio Henri & Gilles Buisson, fundado por Henri e expandido por Gilles e seus filhos, converteu-se à biodinamia em 2018, priorizando a adaptação das técnicas de vinificação à qualidade da uva colhida.
As degustações recentes mostraram que os vinhos de Giboulot são mais longilíneos e finos, enquanto os de Buisson são descritos como charnels e profundos, com uma estrutura mais robusta. Os irmãos Buisson enfatizam a busca por finesse e mineralidade, mantendo uma sensação de matéria e sabor em seus vinhos. As diferenças nas técnicas de vinificação refletem as filosofias distintas de cada domínio.
As análises dos vinhos de ambos os domínios, realizadas por Roberto Petronio, revelaram nuances aromáticas e gustativas marcantes. O Saint-Romain En Chevrot 2012 de Giboulot apresentou notas de flor de laranjeira e uma acidez vibrante, enquanto o Sous la Velle 2012 de Buisson foi descrito como tânico e refrescante, destacando a complexidade de cada milésime.
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