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Descoberta de cidade antiga no Egito revela vestígios do Império Novo e templo de Ramsés II

Arqueólogos revelam cidade egípcia de 3.500 anos sob ruínas gregas, desafiando a história da ocupação no delta do Nilo. Descubra os detalhes.

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Uma equipe de arqueólogos descobriu uma cidade antiga do Império Novo no Egito, com cerca de 3.500 anos, perto de Alexandria. Essa cidade estava escondida sob ruínas da era grega. Entre os achados estão muros, ruas, vasos e um templo dedicado ao faraó Ramsés II. Os pesquisadores encontraram blocos com inscrições em hieróglifos que pertenciam a esse templo, mostrando a importância histórica do local.

O sítio, chamado Kom el-Nugus, apresenta construções de barro organizadas em torno de uma rua com sistema de drenagem, indicando um planejamento urbano avançado. A descoberta de uma ânfora com o nome de Meritáton, filha de Akhenaton e Nefertiti, ajuda a datar a cidade para a 18ª dinastia egípcia, sugerindo que ela existia muito antes da chegada dos gregos na região. Os arqueólogos acreditam que a cidade pode ter sido uma base temporária ou uma guarnição militar, dada sua localização estratégica. As escavações continuarão para revelar mais sobre a vida e a economia do Egito nesse período.

Uma equipe de arqueólogos fez uma descoberta significativa no Egito, revelando os restos de uma cidade antiga do Império Novo, datada de aproximadamente três mil e quinhentos anos. Localizada perto de Alexandria, no delta do Nilo, a cidade estava oculta sob ruínas da era helenística. Entre os achados estão muros, ruas, vasos e uma estrutura relacionada à produção de vinho, além de um templo dedicado ao faraó Ramsés II.

Os pesquisadores identificaram blocos com inscrições em hieróglifos que pertenciam a esse templo, reforçando a importância histórica da descoberta. O sítio arqueológico, denominado Kom el-Nugus, apresenta construções feitas com tijolos de barro, típicas do Egito faraônico, organizadas em torno de uma rua com sistema de drenagem, indicando um planejamento urbano avançado para a época.

A presença de uma ânfora com o nome de Meritáton, filha de Akhenaton e Nefertiti, ajuda a datar o local para a 18ª dinastia egípcia, que ocorreu entre mil quinhentos e cinquenta e mil duzentos e noventa e dois antes de Cristo. Essa evidência sugere que a cidade existia muito antes da chegada dos gregos à região, no século IV antes de Cristo, desafiando a visão anterior sobre a ocupação egípcia no delta do Nilo.

Os arqueólogos acreditam que a cidade pode ter servido como uma base temporária ou até mesmo uma guarnição militar, dada sua localização estratégica. A descoberta não apenas altera a compreensão histórica da região, mas também abre novas possibilidades de pesquisa sobre a vida cotidiana e a economia do Egito durante seu auge. As escavações continuarão na esperança de revelar mais informações sobre este importante período da história egípcia.

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