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Passover traz dor e esperança para famílias de reféns em Gaza durante celebrações em Israel

Famílias de reféns em Gaza enfrentam a dor da ausência durante a Páscoa, enquanto a crise humanitária se agrava e a luta pela liberdade persiste.

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Familiares de reféns em Gaza sentem a falta de seus entes queridos durante a Páscoa, que começa neste sábado. O feriado, que celebra a libertação dos israelitas do Egito, traz emoções intensas, especialmente para aqueles que têm parentes entre os 59 ainda em cativeiro. No ano passado, muitos deixaram um lugar vazio à mesa do Seder em homenagem aos que foram sequestrados ou mortos no ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.

Lishay Miran Lavi, que enfrenta a ausência do marido, Omri, um dos reféns, compartilha que a celebração deste ano é marcada por saudade. Com o aniversário de Omri e o segundo aniversário da filha, Alma, a família tenta encontrar alegria, mas a falta dele é muito sentida. Alma, que só conhece o pai por fotos, não entende completamente o que significa ter um pai.

Por outro lado, Viki Cohen, mãe de um soldado sequestrado, decidiu não celebrar as festividades, pois a reunião familiar apenas aumenta a dor pela ausência do filho, Nimrod. Para manter viva a memória dos reféns, ela ilustrou um Haggadah infantil, incluindo referências que representam as personalidades dos sequestrados. Enquanto algumas famílias tentam encontrar significado na união, outras, como a de Meirav Leshem Gonen, que teve a filha Romi liberada, refletem sobre a dor coletiva e a importância da Páscoa para promover a união em um momento difícil.

Relativos a reféns em Gaza sentem a ausência de seus entes queridos durante a Páscoa, que começa neste sábado. O feriado, que celebra a libertação dos israelitas do Egito, traz à tona emoções complexas, especialmente para aqueles que têm familiares entre os 59 ainda em cativeiro. No ano passado, muitos deixaram um lugar vazio à mesa do Seder em memória dos que foram mortos ou sequestrados no ataque do Hamas em sete de outubro de 2023.

Lishay Miran Lavi, cuja família enfrenta a dor da ausência do marido, Omri Miran, um dos reféns, compartilha que a celebração deste ano é marcada por lembranças e saudade. Com a aproximação do aniversário de Omri e do segundo aniversário da filha, Alma, a família tenta encontrar alegria, mas a falta dele é sentida intensamente. A criança, que conhece o pai apenas por fotos, não compreende plenamente o que significa ter um pai.

Por outro lado, Viki Cohen, mãe de um soldado sequestrado, optou por não celebrar as festividades. Ela expressa que a reunião familiar apenas intensifica a dor pela ausência do filho, Nimrod. Para manter viva a memória dos reféns, ela ilustrou um Haggadah infantil, incorporando referências aos sequestrados, como símbolos que representam suas personalidades e paixões.

Enquanto algumas famílias tentam encontrar significado na união, outras, como a de Meirav Leshem Gonen, que teve a filha Romi liberada após quinze meses, refletem sobre a dor coletiva. Meirav destaca a importância da Páscoa para promover a união em Israel, especialmente em um momento em que muitos ainda enfrentam a ausência de entes queridos ou lidam com as consequências do conflito.

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