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Colossal Biosciences apresenta filhotes híbridos de lobo terrível com edição genética

Colossal Biosciences dá um passo audacioso na biotecnologia com o nascimento de filhotes híbridos de lobo terrível, gerando polêmica sobre a "revivificação" de espécies extintas.

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A Colossal Biosciences anunciou que nasceram três filhotes híbridos de lobo terrível, chamados Rômulo, Remo e Khaleesi. Esses filhotes foram criados usando edição genética em lobos cinzentos para trazer de volta características do lobo terrível, que viveu na América entre 250 mil e 12.500 anos atrás e se extinguiu no final da última Era do Gelo. A empresa, fundada em 2021 por George Church e Ben Lamm, tem como objetivo recuperar espécies extintas, como o mamute-lanoso e o tigre-da-Tasmânia. Os novos filhotes não são clones, mas híbridos, o que levanta questões sobre se a espécie realmente foi “revivida”. O pesquisador Francisco Prevosti explicou que o lobo terrível era maior e mais forte que o lobo cinzento atual e caçava em grupos. A Colossal usou DNA de fósseis antigos para modificar geneticamente as células dos lobos cinzentos. Embora ainda não tenha publicado estudos revisados, a empresa afirma que introduziu características do lobo terrível nos filhotes, gerando discussões sobre a ética e a viabilidade da clonagem de espécies extintas.

A Colossal Biosciences anunciou o nascimento de três filhotes híbridos de lobo terrível, batizados de Rômulo, Remo e Khaleesi. Os animais são resultado de técnicas de edição genética aplicadas a lobos cinzentos, com o objetivo de reviver características da espécie extinta.

O lobo terrível, que viveu na América entre 250 mil e 12.500 anos atrás, foi extinto no final da última Era do Gelo. A empresa, fundada em 2021 por George Church e Ben Lamm, busca recuperar espécies como o mamute-lanoso e o tigre-da-Tasmânia. Os filhotes são híbridos, não clones, e geram debate sobre a real “revivificação” da espécie.

O pesquisador Francisco Prevosti, do Conicet e da Universidade Nacional de La Rioja, destacou que o lobo terrível era maior e mais robusto que o lobo cinzento atual. Ele habitava áreas abertas e caçava em bandos, utilizando sua força para derrubar presas grandes, como cavalos.

A Colossal utilizou DNA de fósseis antigos para modificar geneticamente células de lobos cinzentos. Embora ainda não tenha publicado estudos revisados por pares, a empresa afirma ter introduzido características do lobo terrível nos novos filhotes, gerando discussões sobre a ética e a viabilidade da clonagem de espécies extintas.

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