Pesquisadores europeus estão enfrentando dificuldades no Reino Unido após o Brexit, que aconteceu em 2020. A saída da União Europeia trouxe incertezas sobre financiamento e mobilidade, afetando colaborações e recrutamento de talentos. Um físico da Universidade de Cardiff, que se mudou da Holanda em 2002, expressou preocupação com o aumento do sentimento anti-imigrante após o referendo de 2016. Ele destacou que, embora tenha conseguido manter sua posição, a quebra de vínculos com programas como o Erasmus+ dificultou a formação de novas parcerias. A escassez de pesquisadores da União Europeia no Reino Unido resultou em menos candidatos qualificados para vagas de doutorado. Diana Passaro, pesquisadora de leucemia no Instituto Cochin, em Paris, também sentiu o impacto do Brexit. Ela se mudou para a França em 2019, percebendo que as oportunidades de carreira no Reino Unido estavam diminuindo. Passaro ressaltou que a dificuldade de recrutamento no Reino Unido se intensificou, tornando o processo de obtenção de vistos longo e custoso, o que desestimula candidatos internacionais. Cientistas expressam preocupação com o futuro da pesquisa no Reino Unido, temendo que as barreiras administrativas e a falta de acesso a financiamentos europeus possam prejudicar a colaboração científica. Grupos de cientistas expatriados, como o projeto CONNECTS–UK, buscam representar os interesses dos pesquisadores e destacar a importância da cooperação internacional na ciência.
Pesquisadores europeus enfrentam dificuldades no Reino Unido após o Brexit, que ocorreu em 2020. A saída da União Europeia trouxe incertezas sobre financiamento e mobilidade, afetando colaborações e recrutamento de talentos. Muitos cientistas relataram que a separação política impactou suas carreiras e a dinâmica da pesquisa.
Um físico orgânico da Universidade de Cardiff, que se mudou da Holanda em 2002, expressou preocupação com o aumento do sentimento anti-imigrante após o referendo de 2016. Ele destacou que, embora tenha conseguido manter sua posição, a quebra de vínculos com programas como o Erasmus+ dificultou a formação de novas parcerias. A escassez de pesquisadores da União Europeia no Reino Unido resultou em um número reduzido de candidatos qualificados para vagas de doutorado.
Diana Passaro, pesquisadora de leucemia no Instituto Cochin, em Paris, também sentiu o impacto do Brexit. Ela se mudou para a França em 2019, após perceber que as oportunidades de carreira no Reino Unido estavam diminuindo. Passaro ressaltou que a dificuldade de recrutamento no Reino Unido se intensificou, tornando o processo de obtenção de vistos longo e custoso, o que desestimula candidatos internacionais.
Os cientistas expressam preocupação com o futuro da pesquisa no Reino Unido, temendo que as barreiras administrativas e a falta de acesso a financiamentos europeus possam prejudicar a colaboração científica. A união de grupos de cientistas expatriados, como o projeto CONNECTS–UK, busca representar os interesses dos pesquisadores e destacar a importância da cooperação internacional na ciência.
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