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Casa de Rui Barbosa celebra 40 anos dos CIEPs com nova edição da revista ‘Memória e Informação’

Casa de Rui Barbosa celebra os 40 anos dos CIEPs com nova edição da revista "Memória e Informação". FIL é reconhecido como Patrimônio Histórico do Rio.

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A Casa de Rui Barbosa lançou a 8ª edição da revista “Memória e Informação” para comemorar os 40 anos dos CIEPs, que foram criados por Darcy Ribeiro e implementados por Brizola. A revista destaca a importância desse modelo educacional na história do Brasil, mostrando como ele influenciou a educação pública e ajudou a formar uma geração. Além disso, o Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, idealizado por Karen Acioly, foi reconhecido como Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Essa aprovação aconteceu por unanimidade através do Projeto de Lei 3826, proposto pelo deputado estadual Carlos Minc, em 3 de abril de 2025. O reconhecimento do festival ressalta a importância de iniciativas culturais que promovem diversidade e inclusão.

Por ocasião dos 40 anos dos CIEPs, criados por Darcy Ribeiro e implementados por Brizola, a Casa de Rui Barbosa lançou a 8ª edição da revista “Memória e Informação”. A publicação ressalta a importância histórica desse modelo educacional, que se tornou uma referência internacional.

A revista destaca como os CIEPs marcaram a educação pública brasileira e contribuíram para a formação de uma geração. O modelo, que integra educação e cultura, é reconhecido por sua proposta inovadora e abrangente, que busca atender às necessidades das comunidades.

Além disso, o Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (FIL), idealizado pela multiartista Karen Acioly, foi reconhecido como Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Essa aprovação ocorreu por unanimidade através do Projeto de Lei 3826, de autoria do deputado estadual Carlos Minc, em 3 de abril de 2025.

Esse reconhecimento do FIL reforça a importância de iniciativas culturais que promovem a diversidade e a inclusão. O festival, que já se consolidou no calendário cultural carioca, continua a ser um espaço de troca e valorização das linguagens artísticas.

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