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Trump propõe cortes drásticos no orçamento do Departamento de Estado e da Usaid

Proposta de Trump para 2026 prevê cortes de quase 50% no orçamento do Departamento de Estado, afetando missões diplomáticas e ajuda internacional.

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O governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, planeja cortar quase 50% do orçamento do Departamento de Estado para 2026, reduzindo as verbas para US$ 28,4 bilhões. Essa proposta, que foi revelada em documentos internos, pode fechar 27 missões diplomáticas, incluindo embaixadas e consulados, principalmente na África e Europa, afetando países como Eritreia e Gâmbia. Os cortes também incluem uma redução de 54% na assistência humanitária e 90% nos recursos para organizações internacionais. A Associação Americana de Serviços Exteriores criticou esses cortes, e o ex-embaixador Michael McFaul disse que isso beneficiaria o Partido Comunista Chinês. O senador Chris Van Hollen previu que o orçamento enfrentará resistência no Congresso. Apesar das reduções, a proposta mantém financiamento para programas populares, como US$ 5,1 bilhões para subsídios militares e US$ 2,9 bilhões para saúde relacionada à AIDS. A versão final do orçamento deve ser apresentada ao Congresso até o final de abril, mas sua aprovação é incerta.

O governo dos Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, propôs um corte de quase 50% no orçamento do Departamento de Estado para o ano fiscal de 2026. O plano, revelado em documentos internos, sugere a redução das verbas para US$ 28,4 bilhões, impactando diretamente programas de assistência humanitária e missões diplomáticas.

A proposta prevê o fechamento de 27 missões diplomáticas, incluindo embaixadas e consulados, principalmente na África e Europa. Entre os países afetados estão Eritreia, Gâmbia e Sudão do Sul. Além disso, os cortes incluem 54% na assistência humanitária e 90% nos recursos destinados a organizações internacionais.

A Associação Americana de Serviços Exteriores classificou os cortes como “imprudentes e perigosos”. O ex-embaixador dos EUA em Moscou, Michael McFaul, afirmou que o plano beneficiaria o Partido Comunista Chinês. O senador democrata Chris Van Hollen previu resistência bipartidária ao orçamento.

Apesar dos cortes, a proposta mantém financiamento para programas populares, como US$ 5,1 bilhões em subsídios militares para aliados e US$ 2,9 bilhões para o programa de saúde relacionado à AIDS. A versão final do orçamento deve ser apresentada ao Congresso até o fim de abril, mas enfrenta incertezas quanto à sua aprovação.

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