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Governo cria nova faixa de renda no Minha Casa, Minha Vida para atender classe média

Governo Lula amplia o programa Minha Casa, Minha Vida com a criação da Faixa 4, beneficiando famílias com renda de até R$ 12 mil.

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O Conselho Curador do FGTS aprovou a criação da Faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida, que atenderá famílias com renda mensal de até R$ 12 mil. Essa nova faixa permitirá o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil com juros de 10% ao ano, e a expectativa é que comece a ser oferecida em maio. O programa terá um total de R$ 30 bilhões, sendo R$ 15 bilhões do FGTS e R$ 15 bilhões de instituições financeiras, e deve beneficiar cerca de 120 mil famílias. Além disso, os limites de renda das faixas existentes foram ajustados: a Faixa 1 agora atende famílias com renda de até R$ 2.850, a Faixa 2, até R$ 4.700, e a Faixa 3, até R$ 8.600. As taxas de juros nas faixas menores variam entre 4% e 8,16% ao ano, dependendo da renda e da região. A ampliação do programa busca atender a demanda por moradia da classe média.

O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou, em 15 de abril de 2025, a criação da Faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida, que atenderá famílias com renda mensal de até R$ 12 mil. A nova faixa permitirá o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil com juros de 10% ao ano. A expectativa é que o novo financiamento comece a ser oferecido em maio.

O programa contará com um total de R$ 30 bilhões em recursos, sendo R$ 15 bilhões do FGTS e outros R$ 15 bilhões de instituições financeiras. A medida visa beneficiar cerca de 120 mil famílias, especialmente em um ano eleitoral, e é parte das ações do governo para recuperar a popularidade entre a classe média.

Além da nova faixa, os tetos de renda das faixas existentes foram reajustados. A Faixa 1 agora atende famílias com renda de até R$ 2.850, enquanto a Faixa 2 abrange rendas de até R$ 4.700 e a Faixa 3, até R$ 8.600. As taxas de juros nas faixas inferiores variam entre 4% e 8,16% ao ano, dependendo da renda e da região.

A ampliação do programa é uma resposta à demanda por moradia e ao déficit habitacional enfrentado pela classe média. O presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), Luiz França, destacou que a nova faixa é uma oportunidade para atender um público que busca imóveis na faixa de até R$ 500 mil, especialmente em um cenário de juros elevados.

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