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André Figueiredo Rodrigues lança novo livro sobre a Conjuração Mineira e Thomas Jefferson

André Figueiredo Rodrigues lança novo livro que revela a simpatia de Thomas Jefferson pelo Brasil, apesar das relações com Portugal.

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O historiador André Figueiredo Rodrigues lançou um novo livro chamado “A independência dos Estados Unidos e a Conjuração Mineira”, que fala sobre a revolta contra a Coroa portuguesa, que completa 236 anos. Rodrigues, que já escreveu “A fortuna dos inconfidentes”, revela que Thomas Jefferson, que foi embaixador dos EUA em Paris e depois presidente, tinha simpatia pelo Brasil, mas os Estados Unidos decidiram manter boas relações com Portugal. Essa escolha foi estratégica, pois os EUA queriam preservar laços com Portugal em vez de apoiar a independência na América do Sul, já que a costa brasileira era importante para a pesca de baleias, uma atividade econômica relevante na época. A carne e o óleo de baleia eram muito utilizados no século XIX, e a pesca ajudava a economia americana, o que explica a postura dos EUA em relação ao Brasil e a Portugal. A obra de Rodrigues traz uma nova visão sobre as relações internacionais durante o período colonial.

Historiador lança livro sobre a Conjuração Mineira e revela simpatia de Thomas Jefferson pelo Brasil

O historiador André Figueiredo Rodrigues lança a obra “A independência dos Estados Unidos e a Conjuração Mineira”, que aborda a revolta contra a Coroa portuguesa, completando 236 anos na segunda-feira. Rodrigues é autor de “A fortuna dos inconfidentes”, livro que gerou debates ao apresentar Tiradentes como proprietário de terras e escravista.

Simpatia americana com ressalvas

A nova pesquisa revela que Thomas Jefferson, embaixador dos Estados Unidos em Paris e futuro presidente, demonstrou simpatia pelo Brasil em correspondências oficiais. Jefferson expressava apoio à causa brasileira, mas os EUA optaram por manter boas relações com Portugal.

Interesses econômicos em jogo

Segundo o historiador, a decisão americana foi estratégica. Os Estados Unidos priorizaram a manutenção de laços com Portugal em vez de apoiar um movimento de independência na América do Sul. A costa brasileira era vista como ponto estratégico para a pesca de baleias, atividade importante para a economia da época.

Uso da baleia no século XIX

A carne de baleia era um alimento comum e o óleo era utilizado para iluminação no século XIX. A atividade pesqueira impulsionava a economia americana e justificava a postura diplomática em relação ao Brasil e a Portugal. A obra de Rodrigues oferece uma nova perspectiva sobre as relações internacionais no período colonial.

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