Um arcebispo se encontrou com Gilberto Kassab para buscar apoio político antes do conclave que escolherá um novo papa. Ele acredita que pode ser eleito, mas sabe que precisa trabalhar para isso. Kassab, que se considera um influente político, afirmou que não busca um destino celestial. As negociações já garantiram um cargo importante para o Partido Social Democrático e o controle do dízimo na América Latina para o União Brasil. Também estão em discussão dois cargos na mesa diretora da Câmara Apostólica e um pedido de perdão a Judas Iscariotes. Um coroinha do Partido Liberal defendeu a anistia, dizendo que todos cometem erros. Para ajudar nas negociações, o Vaticano criou novos ministérios para gerenciar a distribuição de cargos e abriu uma licitação de 5 bilhões de dólares para a manutenção da Basílica de São Pedro. Enquanto isso, parlamentares de várias partes do mundo estão orando na Praça São Pedro para afastar Gleisi Hoffmann das articulações políticas do conclave. Kassab afirmou que seu grupo está pronto para enfrentar qualquer desafio.
Um arcebispo visitou o gabinete de Gilberto Kassab nesta manhã, afirmando: “Tenho fé em que posso ser eleito o novo papa, mas o milagre só acontece para quem trabalha.” A visita faz parte de uma estratégia para garantir apoio político antes do conclave que elegerá o novo líder da Igreja Católica. Uma fonte presente nos encontros revelou que, embora o novo papa possa vencer sem a ajuda de Kassab, é crucial assegurar a governabilidade.
Kassab, conhecido por sua influência política, se autodenominou “líder do Limbão”, afirmando que não tem interesse em destinos celestiais. As negociações já garantiram o cargo de camerlengo para o Partido Social Democrático (PSD) e o controle do orçamento do dízimo na América Latina pelo União Brasil. Além disso, dois cargos na mesa diretora da Câmara Apostólica estão em discussão, incluindo um pedido de anistia a Judas Iscariotes.
“Anistia é perdão. Todos nós cometemos erros,” disse um coroinha do Partido Liberal (PL), defendendo a proposta. Para facilitar as negociações, o Vaticano criou o Ministério do Pão, que gerenciará a distribuição de cargos, e o Ministério do Vinho, com 200 secretarias globais. Uma licitação de US$ 5 bilhões foi aberta para a manutenção da Basílica de São Pedro.
Em meio a esse cenário, uma corrente de orações se formou na Praça São Pedro, com parlamentares de várias partes do mundo levando velas para afastar Gleisi Hoffmann da articulação política do conclave. Kassab garantiu que seu grupo político está preparado para o Dia do Juízo Final, assegurando uma costura política estável.
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