Em Roma, o ano jubilar atrai muitas pessoas para ver as obras de Caravaggio, especialmente “A Vocação de São Mateus”. O Papa Francisco, que se identifica com essa pintura, acredita que ela reflete sua própria jornada espiritual. A igreja de San Luigi dei Francesi, onde a obra está, recebe grandes multidões. Francisco, o primeiro papa jesuíta, fala sobre como a arte pode ajudar na evangelização e na dignidade humana. “A Vocação de São Mateus” é uma das primeiras grandes obras de Caravaggio, exposta desde 1600, e mostra Mateus, um cobrador de impostos, em um cenário moderno. A luz dramática da pintura dá dignidade aos personagens comuns. O Papa se relaciona com o momento em que Mateus hesita em seguir Jesus, lembrando sua própria experiência ao se tornar papa. A popularidade de Caravaggio aumentou, com novas exposições atraindo visitantes, e sua arte se conecta com a ideia de uma “igreja pobre” que Francisco defende. A atual exposição no Palazzo Barberini, que coincide com o jubileu, mostra a relevância de Caravaggio hoje.
Em Roma, o ano jubilar atrai fiéis e turistas às obras de Caravaggio, especialmente “A Vocação de São Mateus”. O Papa Francisco, que considera a pintura um reflexo de sua jornada espiritual, destaca a arte como um meio de evangelização.
A igreja de San Luigi dei Francesi, onde está a obra, recebe multidões. O Papa, primeiro jesuíta a liderar a Igreja Católica, frequentemente fala sobre a importância da arte na dignidade humana. Para ele, Caravaggio é um artista que ressoa com sua visão, contrastando com a “cultura do descarte”.
“A Vocação de São Mateus” foi a primeira grande encomenda de Caravaggio e está exposta desde mil e seis. A cena retrata Mateus, um publicano, em um ambiente contemporâneo, vestindo roupas da época. A iluminação dramática, característica do estilo chiaroscuro, confere dignidade aos personagens comuns.
Francisco se identifica com o gesto de Mateus, que hesita em aceitar o chamado de Jesus, refletindo sua própria experiência ao aceitar a eleição papal. O Papa vê na obra uma representação da luta interna entre conforto e vocação.
A popularidade de Caravaggio cresceu nas últimas décadas, com novas exposições atraindo visitantes. Sua abordagem realista e a escolha de modelos comuns para representar figuras sagradas se alinham com a visão de uma “igreja pobre” defendida por Francisco. A atual exposição no Palazzo Barberini, em Roma, coincide com o jubileu e destaca a relevância do artista na contemporaneidade.
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