O Foro Ibero-América, criado em 2000, tem como objetivo conectar países da América do Sul com Portugal e Espanha, promovendo a cultura e o uso da razão. Recentemente, um cronista sugeriu que Donald Trump estaria iniciando um novo iluminismo, mas análises mostram que suas ações vão contra os princípios desse movimento, caracterizando um anti-iluminismo. O Foro reúne empresários, políticos e escritores, e na primeira reunião em Toledo, António Guterres, ex-primeiro-ministro de Portugal, defendeu o iluminismo como uma forma de desenvolvimento. O iluminismo, que surgiu no século XVIII, valoriza a razão e o pensamento crítico. No entanto, as decisões de Trump são vistas como arbitrárias e desconsideram a consulta a outros poderes, o que contrasta com a ideia de que o conhecimento deve transformar a sociedade, defendida por pensadores como John Locke e Voltaire. O colunista João Pereira Coutinho, em um artigo, menciona que o liberalismo, que começou com Adam Smith, busca interesses individuais dentro de um governo, e Michael Walzer acrescenta que ser liberal envolve uma dimensão moral. Assim, as políticas de Trump não se alinham com os princípios do iluminismo, indicando uma tendência ao anti-iluminismo, com possíveis impactos na sociedade.
O Foro Ibero-América, criado em dois mil, busca conectar países da América do Sul com Portugal e Espanha, promovendo valores culturais e o uso da razão. Recentemente, um cronista sugeriu que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria iniciando um novo iluminismo. No entanto, análises indicam que suas ações se opõem aos princípios iluministas, caracterizando um anti-iluminismo.
O Foro, que reúne empresários da mídia, políticos e escritores, teve sua primeira reunião em Toledo, na Espanha. Na ocasião, António Guterres, ex-primeiro-ministro de Portugal e atual secretário-geral da ONU, defendeu o iluminismo como um investimento para o desenvolvimento. O iluminismo, movimento intelectual do século dezoito, promoveu a razão, a ciência e o pensamento crítico para transformar a sociedade.
As ações de Trump, no entanto, não refletem esses princípios. O presidente toma decisões arbitrárias e ignora a consulta a seus pares, desconsiderando o julgamento dos Poderes constituídos. Isso contrasta com a ideia de que o conhecimento racional deve ser um instrumento de transformação social, defendido por pensadores como John Locke, Voltaire e Immanuel Kant.
O colunista João Pereira Coutinho, em artigo publicado na Folha, destaca que o conceito de liberalismo, surgido com Adam Smith, envolve a busca pelos interesses individuais dentro de um sistema de governo. O filósofo Michael Walzer acrescenta que ser liberal implica uma dimensão moral, que envolve generosidade e a luta contra injustiças.
Diante disso, as políticas de Trump, observadas nos primeiros meses de seu governo, não se alinham com os preceitos do iluminismo. O cenário atual sugere que, ao invés de um novo iluminismo, o que se vê é uma tendência ao anti-iluminismo, com implicações significativas para a sociedade.
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