O cardeal guineano Robert Sarah, de 79 anos, é visto como um forte candidato para suceder o papa Francisco. Se escolhido, ele se tornará o primeiro africano e o primeiro negro a ocupar o Trono de São Pedro. Sarah é conhecido por suas opiniões conservadoras e foi nomeado cardeal em 2010. Durante o papado de Francisco, ele criticou várias reformas, incluindo a autorização de bênçãos para casais do mesmo sexo, afirmando que essas pessoas estão “na prisão” do pecado. Nascido na Guiné, Sarah estudou em vários países e foi ordenado sacerdote em 1969. Ele se destacou na Igreja, tornando-se arcebispo de Conacri aos 34 anos e ocupando cargos importantes na Cúria Romana. Ele participou do conclave que elegeu Francisco em 2013 e agora é considerado um nome forte para liderar a Igreja em um novo ciclo.
O cardeal guineano Robert Sarah, de setenta e nove anos, é um dos principais nomes da ala conservadora da Igreja Católica para suceder o papa Francisco. Se eleito no próximo conclave, ele se tornará o primeiro africano e primeiro negro a ocupar o Trono de São Pedro.
Sarah, que foi nomeado cardeal em novembro de 2010 pelo papa Bento XVI, é conhecido por suas críticas às reformas de Francisco. Em 2023, ele se manifestou contra a decisão do papa de permitir a bênção de casais do mesmo sexo, afirmando que a liberdade deve estar alinhada com a verdade da palavra de Deus. Ele descreveu essas pessoas como estando “na prisão” do pecado.
Trajetória de Vida
Nascido em 15 de junho de 1945, no vilarejo de Ourous, na Guiné, Sarah teve uma trajetória marcada por superações. Após o ensino médio, ele se mudou para a Costa do Marfim para estudar no seminário menor. Com a independência da Guiné, retornou ao país e completou sua formação religiosa, sendo ordenado sacerdote em 20 de julho de 1969.
Sarah se destacou ao ser nomeado arcebispo de Conacri em agosto de 1979, tornando-se o bispo mais jovem do mundo na época. Ele também ocupou cargos importantes na Cúria Romana, incluindo o de Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos até fevereiro de 2021.
Perspectivas Futuras
O cardeal participou do conclave de 2013, que elegeu o papa Francisco, e agora é visto como um forte candidato para liderar a Igreja Católica em um novo ciclo. Sua experiência e posições conservadoras o colocam em destaque em um momento de transição para a Igreja.
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