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João Pedro Fagerlande transforma memórias de pessoas comuns em livros personalizados

João Pedro Fagerlande lança a editora Vivaz para eternizar memórias em livros personalizados, enquanto Luciene Carris promove a história do Jardim Botânico.

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João Pedro Fagerlande criou a editora Vivaz para publicar histórias de vida de pessoas comuns em livros personalizados, após receber um pedido para escrever um livro de memórias. Ele acredita que é importante preservar memórias em obras únicas que podem ser passadas de geração para geração. Fagerlande, que é professor e escritor, oferece diferentes formatos de publicação, como autobiografias e memórias de viagem. Por outro lado, Luciene Carris, também do Jardim Botânico, usa mídias digitais para contar a história do bairro e valorizar o patrimônio cultural. Seu projeto “Um jardim de histórias” inclui vídeos curtos que falam sobre eventos e pessoas importantes da região. Além disso, ela vai lançar o livro “1964: O que ainda nos resta dizer?”, que reúne textos de vários autores sobre os impactos do golpe militar de 1964, abordando temas como repressão e resistência. O lançamento ocorrerá no campus Maracanã da UERJ.

João Pedro Fagerlande, professor e escritor, fundou a editora Vivaz, especializada em publicações personalizadas de histórias de vida. A iniciativa surgiu após um pedido para escrever um livro de memórias, levando Fagerlande a criar um espaço que transforma experiências pessoais em obras únicas. A editora oferece formatos como “História de vida” e “Memórias de viagem”, com o objetivo de resgatar momentos significativos.

Fagerlande, que cresceu ouvindo histórias de seu avô, destaca a importância de eternizar memórias. “Entregamos mais do que um livro; oferecemos uma obra única, que une texto, imagens e sentimentos”, afirma. Ele acredita que cada trajetória humana é um “tesouro imortal”, permitindo que famílias preservem suas histórias para as próximas gerações.

Projeto “Um Jardim de Histórias”

A historiadora Luciene Carris, também residente do Jardim Botânico, lançou o projeto “Um jardim de histórias”. A iniciativa utiliza mídias digitais para valorizar a história local e estimular a preservação do patrimônio cultural. Carris compartilha vídeos curtos nas redes sociais, resgatando eventos significativos do bairro.

Em um dos vídeos, ela menciona o Museu do Horto e destaca a figura do juiz José Matos, que foi fundamental na proibição do trabalho infantil antes dos doze anos. Carris enfatiza que conhecer a história local fortalece a conexão com a comunidade e a consciência sobre a preservação do patrimônio.

No dia 13 de maio, Carris lançará o livro “1964: O que ainda nos resta dizer?” na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A obra reúne textos de onze autores que discutem os impactos do golpe militar de 1964, abordando temas como repressão e resistência. O lançamento é promovido pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e pela Comissão da Verdade e Memória da UERJ.

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