Na madrugada de sexta-feira, o controle de tráfego aéreo em Newark Liberty International Airport teve uma nova falha de 90 segundos, durante a qual os controladores perderam comunicação e radar com os aviões. A situação ocorreu por volta das 3:55 da manhã e, como havia menos voos à noite, os impactos foram menores do que em uma falha semelhante em abril, que causou grandes problemas no tráfego aéreo. Após o incidente de abril, alguns controladores tiraram licença devido ao estresse, o que piorou a falta de pessoal na instalação de Filadélfia, responsável por Newark. Isso levou a FAA a reduzir o tráfego no aeroporto. A situação destaca a necessidade urgente de investimentos em tecnologia e pessoal, com grupos de trabalhadores e companhias aéreas pedindo bilhões de dólares em ajuda do governo para melhorar o sistema de controle de tráfego aéreo.
Na madrugada de sexta-feira, controladores de tráfego aéreo em Newark Liberty International Airport enfrentaram uma nova interrupção de 90 segundos na comunicação e no radar com as aeronaves. O incidente ocorreu às 3h55 (horário de Brasília) e foi confirmado pela Administração Federal de Aviação (FAA).
Embora a interrupção tenha sido breve, a situação ressalta a necessidade urgente de investimentos em tecnologia e pessoal no setor. A FAA já havia enfrentado problemas semelhantes em abril, quando uma falha no sistema causou grandes atrasos em voos, afetando a operação por dias. Naquela ocasião, vários controladores tiraram licença devido ao estresse gerado pela situação.
A escassez de pessoal na instalação de Filadélfia, responsável por guiar os voos em Newark, foi um fator que contribuiu para a lentidão do tráfego aéreo. A FAA informou que a falta de comunicação e a escuridão nas telas de radar foram semelhantes ao que ocorreu em abril.
Em fevereiro, companhias aéreas e sindicatos alertaram que o sistema de controle de tráfego aéreo dos EUA precisa urgentemente de bilhões de dólares em financiamento emergencial do Congresso para melhorias. O sistema enfrenta tanto a falta de pessoal quanto equipamentos obsoletos, o que compromete a segurança e a eficiência das operações aéreas.
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