O interesse pela China tem crescido no Brasil, especialmente em tecnologia, comércio e educação. O Instituto Confúcio, que promove o ensino da língua e cultura chinesas, tem várias unidades em universidades brasileiras. Recentemente, a USP lançou o China Center para facilitar colaborações com instituições chinesas, enquanto a Unicamp viu um aumento no número de alunos em cursos de mandarim e cultura chinesa. Na Unicamp, o Instituto Confúcio oferece cursos de mandarim e atividades culturais, com 570 alunos atualmente. A USP é a única universidade no Brasil que oferece mandarim como parte do curso de letras, com cerca de 200 alunos. Além disso, a FGV no Rio de Janeiro também oferece um curso sobre China, que tem atraído muitos estudantes.
O interesse pela China tem crescido no Brasil, especialmente nas áreas de tecnologia, comércio e educação. Recentemente, a Universidade de São Paulo (USP) lançou o China Center, que visa centralizar colaborações com instituições chinesas. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também registrou um aumento no número de alunos em cursos de mandarim e cultura chinesa.
O Instituto Confúcio, que promove o ensino da língua e cultura chinesas, possui 11 unidades no Brasil, sendo a mais recente na Universidade Federal da Bahia. Na Unesp, o curso de mandarim foi inaugurado em 2008, em parceria com a Universidade de Hubei. O coordenador do Centro de Estudos Brasil-China da Unicamp, Celio Hiratuka, destaca que o interesse pela China aumentou desde 2010, especialmente entre estudantes de Economia e Relações Internacionais.
Na Unicamp, o Instituto Confúcio conta com 570 alunos neste semestre, oferecendo cursos de mandarim básico a avançado, além de Mandarim para Negócios. Diogo Cezar, assistente executivo do instituto, informa que a maioria dos professores é nativa e enviada pela Beijing Jiaotong University. A USP, por sua vez, é a única instituição no Brasil a oferecer o mandarim como formação na carreira de letras, com cerca de 200 alunos matriculados.
Aumento da Demanda
A Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro também tem se destacado, oferecendo uma disciplina optativa sobre China desde 2016. O professor Evandro de Carvalho afirma que as aulas estão sempre cheias, com a oferta de cursos em português e inglês. O crescente interesse pela China reflete a importância do país no cenário global e a busca por especialização em diversas áreas.
Além disso, a USP mantém convênios com instituições chinesas, como a Universidade Tsinghua, para troca de pesquisadores em projetos variados. O aumento na colaboração entre Brasil e China é um indicativo da relevância crescente da China no contexto acadêmico e comercial brasileiro.
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