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Estudante da PUC-Campinas denuncia racismo após ser seguido por seguranças na universidade

Estudante da PUC-Campinas, Gabriel Domiciano, relata ter sido vítima de racismo ao ser seguido por seguranças que duvidaram de sua presença.

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Um estudante de relações públicas da PUC-Campinas, Gabriel Domiciano, relatou que sofreu racismo na universidade. Ele contou em um vídeo no Instagram que foi seguido por seguranças que duvidaram de sua presença no campus. Gabriel chegou à universidade à noite e percebeu que estava sendo observado. Ao sair do banheiro, dois vigilantes o abordaram e perguntaram se ele era aluno. Para provar sua condição, ele levou os seguranças até a sala de aula, onde o professor confirmou que ele estudava lá. Gabriel ficou constrangido e disse que nunca se sentiu tão envergonhado. Ele mencionou que já ouviu de outras pessoas pretas que passaram por situações semelhantes. Gabriel afirmou que tomará as medidas necessárias para buscar justiça. A PUC-Campinas ainda não se manifestou sobre o caso.

Um estudante de relações públicas da PUC-Campinas, Gabriel Domiciano, denunciou ter sido vítima de racismo na universidade. O incidente ocorreu na noite de ontem, quando ele foi seguido por seguranças que questionaram sua presença no campus.

Gabriel compartilhou um vídeo no Instagram, onde detalha a abordagem dos vigilantes. Ao entrar na universidade, ele percebeu que estava sendo seguido. Após usar o banheiro, foi abordado por dois seguranças que duvidaram de sua condição de aluno. Para comprovar sua matrícula, Gabriel convidou os vigilantes a acompanhá-lo até sua sala de aula. “Abri a porta, chamei meu professor e falei: ‘tem duas pessoas aqui querendo saber se eu sou aluno da faculdade’”, relatou.

O professor confirmou que Gabriel era aluno, mas os vigilantes justificaram a abordagem como parte de um “procedimento padrão”. Durante o vídeo, Gabriel questionou se ele se enquadrava em um perfil de “assaltante de faculdade”. Ele expressou seu constrangimento, afirmando que “nunca se sentiu tão envergonhado”. O estudante também mencionou que conhecia apenas duas outras pessoas negras que passaram por situações semelhantes.

A PUC-Campinas ainda não se manifestou sobre o ocorrido. O UOL tentou contato com a administração da universidade para saber quais medidas serão adotadas, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.

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