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Parlamentares defendem ONGs que receberam R$ 274 milhões, apesar de denúncias de irregularidades

Parlamentares defendem emendas de R$ 274 milhões a ONGs sem histórico, após denúncias de desvios em rede anterior. Transparência em xeque.

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Parlamentares afirmam confiar em um grupo de ONGs que recebeu R$ 274 milhões em emendas no ano passado, apesar de muitas delas não terem experiência anterior com verbas federais. Mais de R$ 219 milhões desse total foram transferidos de ONGs suspeitas de desvio de recursos. Os políticos defendem que a escolha das novas entidades seguiu critérios técnicos e de transparência, embora alguns reconheçam que a troca foi motivada por denúncias. A maioria dos deputados não comentou sobre o assunto. Alguns, como o deputado Luciano Vieira, admitiram ter mudado as ONGs devido às denúncias e prometeram acompanhar de perto a execução dos projetos. Outros deputados destacaram que a seleção das ONGs foi feita com base em análises técnicas e que estão dispostos a agir caso surjam irregularidades. No entanto, muitos deputados não se manifestaram quando procurados.

Parlamentares defendem emendas a ONGs com histórico questionável

Parlamentares afirmam confiar na capacidade de um grupo de ONGs que recebeu R$ 274 milhões em emendas no ano passado. As entidades, no entanto, não têm um histórico relevante com verba federal. Mais de R$ 219 milhões desse total foram transferidos de uma rede de ONGs suspeitas de desvios, conforme denúncias anteriores.

Os políticos alegam que a escolha das novas ONGs foi baseada em critérios técnicos e transparência. Contudo, muitos deputados não se manifestaram sobre a relação entre as entidades atuais e as anteriores. O senador Romário (PL-RJ) e o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) destacaram que atuam dentro da legalidade e que a execução dos recursos é responsabilidade de órgãos competentes.

Denúncias e troca de entidades

O deputado Luciano Vieira (Republicanos-RJ) admitiu ter trocado as ONGs devido a denúncias. Ele afirmou que acompanhará a execução dos projetos e que qualquer irregularidade será imediatamente interrompida. Já o deputado Hugo Leal (PSD-RJ) defendeu a escolha das ONGs Abepe e Núcleo Bem Viver, que, segundo ele, atendem aos critérios exigidos pelos ministérios.

A deputada Dani Cunha (União-RJ) mencionou que sua assessoria escolheu a nova ONG após pesquisas técnicas, buscando garantir a qualificação e transparência. O deputado Dimas Gadelha (PT-RJ) ressaltou que seu gabinete está aberto a projetos sociais e que a análise técnica é feita pelos ministérios competentes.

Critérios de seleção e fiscalização

Os deputados afirmam que as emendas são destinadas a ONGs com capacidade técnica para executar projetos. O deputado Julio Lopes (PP-RJ) destacou que as entidades têm equipes qualificadas e experiência em gestão de projetos. O deputado Otoni de Paula (MDB-RJ) afirmou que as ONGs foram indicadas por colegas e possuem a capacidade necessária para realizar os projetos.

Apesar das defesas, a maioria dos deputados não se manifestou sobre as denúncias que envolvem as ONGs anteriores. A reportagem continuará a acompanhar o desdobramento da situação e as respostas dos parlamentares que não se pronunciaram.

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