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Cláudio Castro indica Thiago Pampolha para o TCE e abre caminho para Bacellar no governo

Indicação de Thiago Pampolha ao Tribunal de Contas gera crise política no Rio, enquanto Rodrigo Bacellar se prepara para assumir o governo.

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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, indicou seu vice, Thiago Pampolha, para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado. Essa decisão gera uma nova crise política, pois abre espaço para Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa, assumir o governo e se preparar para as eleições de 2026. A juíza Roseli Nalin negou um pedido para barrar a indicação de Pampolha, que deve ser rapidamente aprovado pela Assembleia. Enquanto isso, Bacellar se aproxima do ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto Pampolha, que já teve desentendimentos com Castro, busca fortalecer sua imagem para a próxima eleição. A expectativa é que Castro renuncie ao cargo antes das eleições para concorrer ao Senado, o que permitirá que Bacellar assuma o governo.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), oficializou a indicação de seu vice, Thiago Pampolha (MDB), para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A decisão, anunciada nesta segunda-feira, 19 de maio, visa facilitar a ascensão de Rodrigo Bacellar (União Brasil) ao governo estadual em 2026.

A juíza Roseli Nalin negou uma liminar que impedia a indicação de Pampolha, permitindo que a Assembleia Legislativa vote rapidamente sua aprovação. A expectativa é que Pampolha renuncie ao cargo de vice no mesmo dia da votação para assumir a nova função. Com a saída de Pampolha, Bacellar se tornará o primeiro na linha sucessória, podendo assumir o governo quando Castro se descompatibilizar para concorrer ao Senado.

A indicação de Pampolha gerou tensões entre o governador e os bolsonaristas, que criticam a escolha de Bacellar como candidato. O grupo de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro argumenta que a decisão não foi discutida com o núcleo político do ex-presidente e que Bacellar, alvo de investigações, não é a melhor opção para a disputa.

Os bastidores políticos revelam três cenários para a renúncia de Castro: em outubro deste ano, em abril de 2026 ou em janeiro de 2026. A decisão final dependerá de novas conversas entre Castro e Bacellar, enquanto a Alerj se prepara para a votação da indicação de Pampolha.

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